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Le Editorial * 390 por Henry Limit

Jogar com todas as cartas do baralho, é coisa que não lembra nem ao diabo. E uma loucura boa é como um pote de doce de tomate caseiro. Bommmm. Tenho andado de táxi e a conversar com os condutores, aquilo é gente que teve sei umas quantas outras vidas. Estou ainda para encontrar um que tenha sido padre, ou uma que tenha viajado ao espaço, porque não? Hoje não falo de tempo, não tenho tempo e está de nuvens. E, que ninguém nos aqui, o que está escrito na calçada defronte a «Velha Senhora»? / Henry Limit

O Miguel e o Rafa.El andam a ver se orientam uma horta para si. Também estás em campo?
 
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Le Editorial * 382 por Henry Limit


Enquanto o São Pedro goza comigo, nessa sua saga de fazer de nós marionetas ora à chuva, ora ao sol; vou pensando em Lisboa. Porque raio, diz-me tu Lisboa, é que tanta casa definha sem gente, nesta terra de bem? Os censos talvez registem ar e espaço, paredes vazias, mas eu preferiria pessoas, famílias, cães e gatos, a encher janelas e quartos, portas e travessas. / Henry Limit

O Miguel e o Rafa.El pensam em coisas constantemente. E depois põe-nas catitas, vírgulas e tudo, ilustram com foto à medida e publicam com pompa no Facebook. A isto chamam filosofia pronta-a-vestir (prêt-à-porter era presunçoso).