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Le Entrevista a Camilla Watson por Cláudio Braga

Camilla Watson já faz parte da Mouraria. Chegou a Lisboa há cinco anos e, perdendo-se de amores pelo bairro, ali decidiu ficar a viver e trabalhar. Do seu atelier no Largo dos Trigueiros têm saído, e continuam a sair, muitas imagens e projectos envolvendo a comunidade e as associações do bairro. O mais conhecido de todos será, talvez, aquele a que decidiu dar o nome de «Tributo» e que parte, precisamente, do seu local de trabalho em direcção às ruas vizinhas, mostrando a quem passa quem são os moradores e quais as suas vivências.
Mas Camilla não pára e prepara-se para oferecer à Mouraria mais uma galeria a céu aberto. «Retratos do Fado – um Tributo à Mouraria» é uma série de 26 fotografias, impressas sobre madeira ou directamente na parede, que Camilla coleccionou ao longo do tempo que leva de vida na Mouraria ou foi recolher junto de museus e particulares.


Há Ano Novo na Mouraria

A malta do norte chama mouros - os brincalhões - a toda a gente que espreita da cama para o pequeno-almoço a todas as manhãs abaixo do Mondego. Na Mouraria, um desses bairros de Lisboa que tem marcha e que marcha, os mouros emprestaram-lhe o nome há uma milena de anos e o que ficou foi o nome e uma certa persistência da palavra e do conceito diversidade. Bendita.

Além de diversificado, o bairro tem uma bem interessante movida e agora, que o ano se vai num pestanejar, fazem a festa do seu ocaso. E é certo que se esperam muitos acasos, acredita.