Le Entrevista a Gilbert Peyre por Rafa [FR]

«Cupidon, Propriétaire de l'Immeuble situé sur l'Enfer et le Paradis», le spectacle que signale votre première présentation au Portugal comme artiste avec votre compagnie «Cie P.P. Dream & Gilbert Peyre» et qui est le spectacle d’ouverture du festival FIMFA. Que peut-on attendre de ce spectacle ?

«Cupidon» bouscule les règles, fait découvrir un monde étrange, inhabituel, déconcertant où la technologie a sa part de rêve. On ouvre une boîte et cela nous parle de la vie, du sexe, de l’amour, de la folie mais tout n’y est pas aussi joli que les belles images nous le laissaient croire... 

Le Entrevista a Laura Heit por Rafa [ENG]


«The Matchbox Shows» is the name of your presentation in the FIMFA festival (FIMFA Lx13 - Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas). How did you started using this curious medium of «performance»? I guess one could say, jokingly, that you are a smoker?

Oh, no I am not a smoker. I do love a glass a wine and all things miniature. I created this show after a long time working on very large scale spectacle theater, a process that was very collaborative and required lots of very large objects, like backpack puppets, stilt walking creature costumes, and masks. 
I wanted to create something small that I could rehearse by myself, and make by myself with very few materials. I have always liked Matchboxes so I used the boxes as the stage, and all of the puppets fit within them.


O Tachadas

vão as velhotas cobertas com vestes negras com o tupperware debaixo de braço, seguidas pelos barulhentos putos da Madragoa e os grupos de estudantes universitários. vão as pessoas oriundas de outros bairros alfacinhas e seguidamente as tias carregadas com os piquenos que descendem do bairro da Lapa. Para onde vão? Para O Tachadas. Se ainda não conhece este típico restaurante de Lisboa, no bairro de Santos-o-Velho, é porque não gosta de uma boa patuscada! Num ambiente familiar, o sisudo Miguel grelha uma boa posta de peixe e carnes com a bela da guarnição. E o frango assado? Para mim, o melhor de Lisboa! / Teresa Palma Carlos

Le Artista da Capa * 392, eLa

nada mais a dizer,
a completar,
a preencher.
apenas
o vejo :
Ribeira das Naus

Le Editorial * 392 por Ana Ema

A voz off do Metropolitano de Lisboa é o maior turn off matutino na sua versão em inglês. De cada vez que sigo para o trabalho pelas manhãs e me calha a tradução fico-me ali, rindo, quase aparvalhada. Uma explosição gotejona decibelada a tropeções pelo altifalante: «Mind your accent on the platforms», que tal um nativo para não soar cansativo? «Beware the sound of your voice», que tal mais ensaio para não sair assim descabelado? Enfim, ao menos que me desenhe um sorriso ao dia, esta senhora e a sua voz, meio dengosa, meio roufenha, em prendado portuglish. / Ana Ema

O Miguel e o Rafa.El sentem as levas de frio, alternadas com os picos de sol e andam abananados com a coisa.

Somosparceiros de comunicação do LandArt Cascais 2013, do FATAL, do FIMFA, do África Mostra-se, do Alfama-te, do Café Improv, do Pecha Kucha Night Lisboa e daMadame. E sonhamos em ser do Woody Allen =)

Le Capa * 392

por eLa

Le Entrevista a Emylis (DJ) por Marcelo de Magalhães

Esta semana trago uma entrevista ao lituano Emylis, onde se pode conhecer melhor este artista enamorado por Lisboa. Conheci-o, há mais de um ano, numa festa da editora Groovement no MUSICBOX. 

Falámos enquanto estavam a preparar o palco para o concerto de Vahagn com Jerry The Cat e Diamondancer. Apenas um tempo depois, descobri que era DJ e, na minha opinião, é dos bons. É dos que têm sensibilidade, bagagem e ecletismo musical e para compreender o público que tem à sua frente, de um acolhedor bar a um grande e escaganifobético clube. 


ERRÁTICO Cais - mais ou menos, assim assim

Entretanto já desapareceu, por debaixo de uma data de bombers. Mas fica aqui o registo parcial de ± no Cais do Sodré.

OUTRAS LISBOAS

[1] «Lisbon Maru», lançado como navio de passageiros em 1920 e adaptado para transporte de tropas japonesas durante a II Guerra Mundial. Esta outra Lisboa foi torpedeada por um submarino americano em Outubro de 1942 : http://bit.ly/11pRsqf Ainda me falta perceber se os Fuck Buttons lhe dedicaram a «The Lisbon Maru» e de onde lhe vem o Lisbon. Ilustração por Ueda Kihachiro.

[2] «The Lisbon Maru», faixa dos Fuck Buttons do álbum «Tarot Sport».


[3] As insinuantes (e novinhas) Lisbon girls do «The Virgin Suicides» de Jeffrey Eugenides e do fidelíssimo filme de Sofia Coppola, claro. Therese, Bonnie, Lux e Mary. Falta ali Cecilia. Gostava de saber onde foi Eugenides buscar o apelido e é curioso que os Lisbon sejam católicos. Mas olha, lê lá o livro - e o 2º dele também - que é óptimo.

[4] Ted Danson e Lisboa na minissérie «Gulliver's Travels» de 1996. Lisboa fez de Mildendo, o Palácio Nacional de Queluz de Brobdingnag e o Palácio Nacional da Ajuda de Palácio de Liliput. O Palácio Nacional de Mafra, Portugal, Sesimbra e Sintra entram de raspão. Que belo cenário, heim? Como curiosidade, no livro de Swift há um capitão português, Pedro de Mendez, que salva Gulliver e o leva até a nossa Lisboa. Esta versão deste grande livro, é para nós um jogo do encontra.


[5] Em Angola, houve em tempos uma Nova Lisboa. Primeiro chamou-se-lhe Huambo, depois Nova Lisboa, novamente o Huambo, aos sabores da História. Aqui, eram os anos 60 e um certo angolan way of life. (Lino Palmeiro)

[6] O Hotel e Casino Grand Lisboa em Macau. O mais alto edifício do território, com 258 metros e 48 pisos (a Torre Vasco da Gama até lhe sorri envergonhada) Foto por Dennis Lau.

[7] Uma das esquinas mais conhecidas da cidade do Mindelo, em Cabo Verde, é a do Café Lisboa. É propriedade do Alberto, que foi uma glória do Benfica nos seus tempos. Tem Delta e Super Bock para matarmos saudades de casa e sumo de tamarindo e grogue, para nos iniciarmos nos sabores locais. Foto do Caboverdecontacta. (Lino Palmeiro)

[8] Em Suba, Bogotá, Colombia, temos os bairros de Berlín, Atenas e Bilbao, num cosmopolitismo colombiano. E ainda o Barrio Lisboa, o tal da imagem. Há em Bogotá outra Lisboa, mas não a consigo apontar. Ajudas? Crédito: Claudia J 



[9] «Little Lisbon» está aninhada entre Vauxhall, Kennington and Stockwell, no caroço da metrópole londrina. Há por ali dezenas de bares, cafés e restaurantes que, o nome dá a pista, têm tudo aquilo necessário para um português sobreviver fora do Fish&Chips : http://bit.ly/1aa4hFm 

Goyo-ya

Para o menino e para a menina e para a velhinha que não quer que a açorda a faça gorda, para amantes da culinária nipónica, auspiciosos pretendentes da gastronomia de sol nascente. Para qualquer necessidade premente na mente, cozinhado oriental a orientar de última hora, maki a enrolar jantares conjugais, conjunções de sushi em porções abundantes de sésamo ou soja ou picante ou wasabi. Goyo-ya é a mercearia. É a escolha acertada, diria aquela revista que bem-conduz os consumidores. E, se não a escolha económica, é sobretudo a mais ampla. Aqui as marcas e os produtos são mesmo da terra do Sumo, sem cópias ou outros predicados. Até Maneki-neko autênticos têm, dos verdadeiros, japoneses como manda a tradição. Agora, sem hesitações, brinde-se a sake! / Fernando Mondego

Muxima de Angola

A um passo do topo da Calçada de Santo André, a tal do caminho ascendente do 12 e descendente de turistas perdidos e boquiabertos, um restaurante angolano. Casa familiar, simpática e pequena no tamanho, mas grande no gesto e enorme na prova. É a gosto que o prato se enfeita de Muamba de Galinha (que a um olhar parecia óptimo, se bem que eu don't do carne, mas as caras de quem o provou sorriam deliciadas), de funge a acompanhar, de cacusso grelhado com um divinal molho benzido por uma qualquer divindade africana, de banana cozida, de batata doce-que-doce, de feijão de óleo de palma a atapetar a coisa toda. Numa expressão, o prazer; numa palavra, o desejo de voltar. O palato retiniu que sim. / maria ninguém (Foto de FlipVinagre)

Le Artista da Capa * 391, eLa

Um cultivo ao dia e a Lisboa não sabes o bem que lhe fazia. Eu tenho uma horta numa encosta de Lisboa - centro. Tenho um ponto de água, leiras por culturas, vizinhos diligentes, um cão que a ninguém pertence e a cada alguém um nome diferente, sementeiras em casa e sol no nabal. Não é apenas uma homenagem a Ribeiro Telles, é uma homenagem também à cidade e a mim.

Primeiro, saco da terra aquilo como que me coso.
Segundo, a cada cultura sua sentença e tenho aprendido tanto com os vizinhos e com o Borda D'Água.
Terceiro, aromáticas em casa a postos para a salada. O restante no campo, à espera da enxada.

Mais urbano do que ter uma horta urbana? Não o vejo. E a sopa que faço e a comida que teço, nunca souberam tão bem.

Le Capa * 391

Por eLa

Le Editorial * 391 por maria ninguém

Grimes, disse eLa. E eu ouvi como ninguém. Lisboa nunca precisou tanto de heróis, daqueles a quem dedicam estátuas, descerram bustos ou a quem a necrologia dedica três páginas e cinco caixas. Além do herói colectivo que é a gente desta cidade desde o século XV, maré vai e não vai, juntam-se e untam-se umas quantas personagens ao nosso panteão das qualidades. Para , Gonçalo Ribeiro Telles, que recebeu o Prémio Sir Geoffrey Jellicoe em virtude de tantas utopias que marcaram passo em Lisboa e que agora até vai arrepiando caminho. Como a história das hortas, como foi com o corredor verde et cetera. Já tens também uma horta, nem que seja na varanda? / maria ninguém
  
O Miguel e o Rafa.El andam rezingas porque o Sol anda a gozar com a tropa.

Somos parceiros de comunicação do LandArt Cascais 2013, do FATAL, do SÛND, do Panorama, do Alfama-te, do Café Improv, do Pecha Kucha Night Lisboa e da Madame. E sonhamos em ser do Bieber. Ou não.

PASSATEMPO PANORAMA Sessão Lisboa II

Para um de dois bilhetes duplos, comenta para este e-mail quais os bairros de Lisboa acompanhados em cada um dos filmes desta sessão.
 
SESSÃO LISBOA II | Panorama | Cinema São Jorge, Sala 3, 11 de Maio às 19h


Junta o teu nome e identificação à resposta (BI + CC + Passaporte) 

Inclui as sessões :
«225, Rua da Rosa» (2012, 9'), José Ricardo Lopes
«Domingo à Tarde» (2012, 65'), Cristina Ferreira Gomes

- PASSATEMPO CONCLUÍDO -

PASSATEMPO FATAL Cidade Autoada

Para um de dois bilhetes duplos, aponta para este e-mail de que peça de Mário Cesariny de Vasconcelos foi o Sin-Cera, Grupo de Teatro da Universidade de Algarve, buscar inspiração (e transpiração)  para «Cidade Autoada».

Dica: metade de parte do nome já dá resposta.

CIDADE AUTOADA | Teatro da Politécnica | 9 de Maio às 21h30

Junta o teu nome e identificação à resposta (BI, CC ou Passaporte) 

- PASSATEMPO TERMINADO -

Le Entrevista a Jovana Bobic (ŠUND Festival) por Rafa

Tomando o lema do ŠUND Festival, o «What Does Art Offer to Society?», o que de facto pode a arte oferecer à sociedade? Ainda mais hoje em dia, onde a arte pode transportar tanto uma necessidade de protesto, como o desejo de fazer diferença.

A questão - e tema - do Festival é algo a que tentámos responder com o nosso Festival. Vemo-lo como uma retrospectiva anual de peças de arte de jovens artistas que aspiram a abrir o seu caminho para o futuro. Oferecer esta chance a pessoas jovens é uma óptima coisa. Todos crescemos juntos, desenvolvemo-nos e mudamos.

Le Entrevista a Leonor Zamith por Fernando Mondego

Falamos com Leonor Zamith, a pretexto da exposição que vai ter no espaço Balneário, LX Factory, a inaugurar a 10 de Maio.

Tens um apelido bem reconhecível e apetecível no mundo da ilustração.
Estarei errado, certo? Quem é, antes de tudo, a Leonor Zamith e a sua obra?

Não sei se o meu nome já é reconhecível no sentido em que mais preciso dele, como garantia de trabalho! Acho que não, mas sinto cada vez mais vontade de trabalhar e continuar a ser só ilustradora, o que me parece suficiente para chegar ao apetecível! 

Le Entrevista a Nuno Mendonça por Rafa El

Nuno Mendonça, artista, académico e investigador, relacionado intima e profissionalmente Às disciplinas de Arquitectura Paisagista e de Estética da Paisagem, fala sobre Land Art e sobre o Festival LandArt Cascais 2013, onde coordena um Workshop de Desenho de Paisagem. 

Gostaria, em forma de introdução, que se apresentasse e tratasse amiúde o seu percurso artístico que sei ser vasto.

Não é tão vasto quanto desejaria, o meu percurso artístico, dado que o reparti com a docência. 


No entanto, foi este repartir que muitas vezes contribuiu, quer para um, quer para outro lado da minha actividade um tanto dispersa, mas profundamente rica. Entre a pintura, a escultura, a azulejaria, o ensino e a investigação sobre a estética e poética da paisagem, encontrei um espaço de manifestação invulgarmente produtivo, sobretudo pela sua complementaridade. Diria, então, que a arte, a investigação e o ensino se consubstanciaram num só acontecimento, numa reciprocidade criadora a que o tempo e as circunstâncias deram a forma possível.


PASSATEMPO Panorama | Sessão Lisboa I.

Um de dois bilhetes duplos a quem acertar no nome das ruas da foto. Vá, atira para aqui esta rua e esta travessa de Lisboa.

SESSÃO LISBOA I | Cinema São Jorge, Sala 3 | 9 de Maio às 19h 

Junta à resposta o teu nome completo e identificação (CC, BI ou Passaporte)

Filmes incluídos na sessão :

Para um Álbum de Lisboa/Abandonados/Santa Maria dos Olivais/Sem Anos/As Coisas dos Outros/Alfama, Bairro Típico de Lisboa 
Faria de Almeida/Júlio Pereira/Susanne Malorny/Lino de Oliveira,Marta Tavares/Alexandra Côrte-Real/António Ruano,Miguel Spiguel
1966,14'/2013,8'/2012,7'/2012,30'/2012,16'/1970,10'


- PASSATEMPO CONCLUÍDO -