Por Federico Pentito
MAPAS de Lisboa
1. Carta de aproximação ao Aeroporto da Portela, Lisboa
2. Carta de aproximação ao Aeroporto da Portela, Lisboa
3. CARRIS 1971 ► Vejam a rede de eléctricos da Companhia Carris de Ferro de Lisboa para 1971, bem extensa heim? Dava para ir no amarelo até ao Lumiar, Benfica ou Poço do Bispo. E mesmo até ao Jamor!
4. O Bairro Alto, antiga Vila Nova de Andrade ► Vossemecê anda por aqui, parece apontar o mapa do BA entre os números 42/42A da Travessa da Espera (antiga casa dos Fiéis ao Bairro, agora na Rua da Trombeta, 2). Foto por Howard Stanbury , aqui : http://bit.ly/196syvk
5. AL-HAMMA ► Conheço Alfama que nem as minhas mãos. Cada beco, cada ruela, cada postigo, cada estendal. Epá... olha aqui um calo no monte de Júpiter... Para que não te percas no bairro, eis a carta azulejada no Largo do Chafariz de Dentro (há outra idêntica no Miradouro das Portas do Sol). Fotografamos cada um dos itinerários?
4. O Bairro Alto, antiga Vila Nova de Andrade ► Vossemecê anda por aqui, parece apontar o mapa do BA entre os números 42/42A da Travessa da Espera (antiga casa dos Fiéis ao Bairro, agora na Rua da Trombeta, 2). Foto por Howard Stanbury , aqui : http://bit.ly/196syvk
5. AL-HAMMA ► Conheço Alfama que nem as minhas mãos. Cada beco, cada ruela, cada postigo, cada estendal. Epá... olha aqui um calo no monte de Júpiter... Para que não te percas no bairro, eis a carta azulejada no Largo do Chafariz de Dentro (há outra idêntica no Miradouro das Portas do Sol). Fotografamos cada um dos itinerários?
Charcutaria Lisboa
A Charcutaria Lisboa nasceu ali no número 47, da Rua do Alecrim, entre o Cais do Sodré e o Largo Camões, em pleno centro cosmopolita. Instalado num edifício de arquitectura pombalina, o espaço que deu lugar ao restaurante da Charcutaria Lisboa está recheado de história e remonta a tempos antigos. Esta ambiência vem mesmo a calhar quando os protagonistas da casa são os sabores tradicionais, acompanhados por uma selecção dos melhores vinhos. Seguindo a linha do restaurante irmão, em Campo de Ourique, na Charcutaria Lisboa os pratos são confeccionados com os melhores ingredientes, escolhidos a dedo por Manuel Martins, o proprietário e responsável pela selecção gastronómica dos seus espaços.
Dona Josefa
Dona Josefa, a «Zefa», reformada do Mercado da Ribeira e o seu gato, Mário Cesariny, a quem chama Mário e que o seu filho recuperou do gatil da União Zoófila (Mário Cesariny é o que diz o chip)
Cromos de Lisboa
Calçada Portuguesa, a Taca, o Taco e o Tico
Dona Josefa, a «Zefa» e o seu gato, Mário Cesariny
Tertuliano Afonso, o arquivista da Le Cool Lisboa
«Tó» Exaltino Lopes, pendura a tempo parcial do eléctrico 28
PASSATEMPO «Rittebutzke does Faktory and Lisbon will do Ritterbutzke»
Ganha uma de duas entradas duplas ao nomear para este e-mail quais os DJ residentes do Ritterbutzke de Berlim, que vêm até ao nosso Faktory Club mostrar-se em toda a sua exuberância musical!
BERLIM E LISBOA | Faktory Club | 7 de Junho às 23h58
Junta o teu nome e identificação ao e-mail (BI, CC, Passaporte)
- PASSATEMPO ENCERRADO -
- PASSATEMPO ENCERRADO -
Le Entrevista a Ka§par (DJ e produtor) por Marcelo de Magalhães
Ka§par é DJ e produtor há mais de 15 anos, iniciou-se ainda em miúdo e, devido a isso, começou a tocar na ilegalidade. Em 2005, foi um dos seleccionados pela Red Bull Music Academy e embarcou numa viagem até Seattle, depois de vários discos lançados em editoras de referência como as Holandesas Clone e 4lux, no último ano firma a sua carreira enquanto DJ internacional com actuações em Nova Iorque, Filadélfia, Roterdão e Amesterdão. Além disso, lançou o seu primeiro álbum, «Ascensus» na primeira semana de Abril deste ano!Largo do Chafariz de Dentro
Um óleo sobre tela assinado simplesmente. Robert. Século XIX em tela e em cidade. Reconheces o Largo do Chafariz de Dentro e Santo Estevão no topo do casario. O que se escapa nas entrelinhas das pinceladas é tudo o restante. O chafariz da esquerda e que sobreviveu até hoje, é que lhe deu nome por ficar dentro da cintura muralhada fernandina. Era antes chamado de Chafariz dos Cavalos e, com a perda das muralhas (resistem ainda, aqui e ali, em paredes de casa e em pedaços de rua, o restante é membro fantasma de Lisboa) passa a estar à face de Alfama. Só lhe falta correr água para ser completo, mas isso Robert estava longe de imaginar quando o retratou. / Fauna Maria
Le Artista da Capa * 395, Tijo
Lisboa nem sempre viveu voltada ao Tejo, já esteve mais virada para o Tejo. Sempre foi uma cidade de barcas, de barcos, de marinheiros e marinhagem, de pescadores e de varinas. Toda a nossa cultura mete peixe e oceanos descobertos. De umbigo virado para o céu em cada uma das suas sete pontas, o casario lisboeta volta, aos poucos e poucos, muito lentamente parece-me, a redescobrir o rio. Mas há tanto mais a fazer, há que lhe mergulhar adentro e casar Lisboa com o Tejo!
Le Editorial * 395 por Óscar Gonçalves
BOABAIELA
É agora, é o momento, a festa mesmo brava, o ponto G da hora H. OK, OK, deixo-me de sublimações e de analogias espaciais. O momento é a festa de Lisboa por excelência, a de Santos e de Santo António, uma que envolve sardinhas a transpirar de molhanga sobre o pão. Marchas de gente pelos bairros afora a catar beberiques e petiscadas e de malta Avenida abaixo, em cores, cantares e arcos. Manjericos para a menina e um linguado para o menino. Tudo se tenta e na noite em que a cidade não se deita. É a boabaiela geral! / Óscar Gonçalves
O Miguel e o Rafa.El voltaram a coadoptar um bilhete do Euro-Milhões para, na volta, irem de férias mais cedo!
Somos parceiros de comunicação do LandArt Cascais 2013, do FIMFA, do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa e da Madame. E gostávamos tanto, mas tanto, de ser da NASA 8-)
A Le Cool Lisboa abdicou do Acordo Ortográfico. pp p -- - c c c- p (Estas foram recuperadas do balde de sobras). Gostas ou adoras?
PASSATEMPO Luís Alegre [NO AUDIO]
O artista Luís Alegre tem a exposição [NO AUDIO] na VPF Cream Art Gallery, Rua da Boavista 84, até ao dia 27 de Julho, 4ª a sáb, das 14h às 19h.
E oferece um exemplar desta imagem, numerado e assinado, em impressão Risograph e formato A4, de uma edição limitada a 30 exemplares. É obra, não é?
Para este e-mail e com identificação, já sabem, enumera 10 exposições em que o Luís Alegre tenha participado e também 5 frases que fazem parte das obras expostas em [NO AUDIO]. Como esta: «I just kind of put my feelings away».
- PASSATEMPO CONCLUÍDO -
E oferece um exemplar desta imagem, numerado e assinado, em impressão Risograph e formato A4, de uma edição limitada a 30 exemplares. É obra, não é?
Para este e-mail e com identificação, já sabem, enumera 10 exposições em que o Luís Alegre tenha participado e também 5 frases que fazem parte das obras expostas em [NO AUDIO]. Como esta: «I just kind of put my feelings away».
- PASSATEMPO CONCLUÍDO -
Lisboa pelos seus pintores (Lisboa e quem a pinta) I
que MALUDA ► postal inteiro com quiosques de Lisboa, produzidos a partir de originais em gouache, 1985:
Quiosque da Calçada R. dos Santos (verde)
Quiosque do Tivoli (vermelho)
Quiosque do Porto de Lisboa (cinzento)
Quiosque Rua da Artilharia I (azul)
Quiosque da Calçada R. dos Santos (verde)
Quiosque do Tivoli (vermelho)
Quiosque do Porto de Lisboa (cinzento)
Quiosque Rua da Artilharia I (azul)
a LISBOA e os seus pintores 2 ► Largo do
Chafariz de Dentro, Alfama, por Robert, séc. XIX. Do lado esquerdo o
chafariz que lhe emprestou o nome e, no topo, Santo Estevão. Reconheces?
Do Museu da Cidade : http://bit.ly/13Fm6Ij
a LISBOA e os seus pintores 3 ► Um dia típico no Príncipe Real com o Oliveira sem mãos a medir. Momento pintado por Minoru Nagashima, o japonês apaixonado por Lisboa.
a LISBOA e os seus pintores 4 ► apontamento desenhado do Largo de São Paulo, in «Uma História de Quiosques» de Claudie Bony (segundo o Quiosque de Refresco). Igreja de São Paulo (1768~), quiosque Castanheira de 1870 (agora Quiosque de Refresco, recém-aberto e com lambretas!) e Fontanário-obelisco de 1849, além do 25, claro.
a LISBOA e os seus pintores 5 ► A Nossa Senhora do Monte, por desenho de Luís Gonzaga Pereira, no Museu da Cidade.
a LISBOA e os seus pintores 6 ► Jardim de São Pedro de Alcântara, Santa Catarina, vista sobre a Baixa, aguarela de #Roque_Gameiro do início do Século XX. Excelente recolha das obras do mestre, por Mário Marzagão, georreferenciadas: http://bit.ly/150edhr

LISBOA e quem a pinta, 7 ► Louis-Michel van Loo fez este retrato com o marquês e a cidade recém-erguida, em 1766, onze anos depois de «terramotizada». Planos e mais planos, o Tejo e a estátua por Machado de Castro (dourada, pois), que ainda não estava concluída, pois foi inaugurada em 1775 e finalizada em 1793, já sem nenhum dos José vivos.
LISBOA e quem a pinta, 8 ► No século XVI, o Chafariz d'El Rei, em Alfama, era um recinto murado, ficando por baixo de três arcadas sobre colunas ornadas com o escudo régio e duas esferas armilares. O que conhecemos actualmente remonta apenas ao século XIX. Nos tempos áureos da cidade, este local presenciou muitos desacatos e até mortes, impondo-se a regulamentação da sua utilização pelo Senado de Lisboa. Assim, foi decidido que cada bica teria seu destinatário: uma para os negros forros, outra para os mouros das galés, outra para as moças brancas, outra para os homens brancos, outra para as índias, pretas, escravas e lacaios. Esta pintura flamenga (de autor desconhecido, óleo sobre papel, ca. 1570-80), pertença da colecção Berardo, dá-nos uma ideia do reboliço que por ali ia nesses tempos. (sugestao de Lino Palmeiro)
__ __
* x
a LISBOA e os seus pintores 3 ► Um dia típico no Príncipe Real com o Oliveira sem mãos a medir. Momento pintado por Minoru Nagashima, o japonês apaixonado por Lisboa.
a LISBOA e os seus pintores 4 ► apontamento desenhado do Largo de São Paulo, in «Uma História de Quiosques» de Claudie Bony (segundo o Quiosque de Refresco). Igreja de São Paulo (1768~), quiosque Castanheira de 1870 (agora Quiosque de Refresco, recém-aberto e com lambretas!) e Fontanário-obelisco de 1849, além do 25, claro.
a LISBOA e os seus pintores 5 ► A Nossa Senhora do Monte, por desenho de Luís Gonzaga Pereira, no Museu da Cidade.
a LISBOA e os seus pintores 6 ► Jardim de São Pedro de Alcântara, Santa Catarina, vista sobre a Baixa, aguarela de #Roque_Gameiro do início do Século XX. Excelente recolha das obras do mestre, por Mário Marzagão, georreferenciadas: http://bit.ly/150edhr

LISBOA e quem a pinta, 7 ► Louis-Michel van Loo fez este retrato com o marquês e a cidade recém-erguida, em 1766, onze anos depois de «terramotizada». Planos e mais planos, o Tejo e a estátua por Machado de Castro (dourada, pois), que ainda não estava concluída, pois foi inaugurada em 1775 e finalizada em 1793, já sem nenhum dos José vivos.
LISBOA e quem a pinta, 8 ► No século XVI, o Chafariz d'El Rei, em Alfama, era um recinto murado, ficando por baixo de três arcadas sobre colunas ornadas com o escudo régio e duas esferas armilares. O que conhecemos actualmente remonta apenas ao século XIX. Nos tempos áureos da cidade, este local presenciou muitos desacatos e até mortes, impondo-se a regulamentação da sua utilização pelo Senado de Lisboa. Assim, foi decidido que cada bica teria seu destinatário: uma para os negros forros, outra para os mouros das galés, outra para as moças brancas, outra para os homens brancos, outra para as índias, pretas, escravas e lacaios. Esta pintura flamenga (de autor desconhecido, óleo sobre papel, ca. 1570-80), pertença da colecção Berardo, dá-nos uma ideia do reboliço que por ali ia nesses tempos. (sugestao de Lino Palmeiro)
__ __
* x
LISBOA DESENHADA 1
1 (3-6-2013) ► Já conta o
ditado: «Gaivotas em terra, tempestade em São Bento». Mas isso é o que
se diz, eu é mais estirar-me ao Sol por meia hora na borda do Tejo, ao
Cais do Sodré.
2 (4-6-2013) ► o topo do Palacete José Ribeiro da Cunha no Príncipe Real, desenhado entre quiosques e bocejos de sol.
3 (5-6-2013) ► o Cais do Ginjal e uma aguada de café a servir de sombreado. Não sou o Mané do Café, claro, mas Lisboa é Lisboa de qualquer maneira que a desenhe.
3 (5-6-2013) ► o Cais do Ginjal e uma aguada de café a servir de sombreado. Não sou o Mané do Café, claro, mas Lisboa é Lisboa de qualquer maneira que a desenhe.
4 (6-6-2013) ► um detalhe apenas, um detalhe, da fachada do outro lado da rua à Pensão Amor, Cais do Sodré.
5 (7-6-2013) ► Pequeno naco de Calçada portuguesa em Arroios, enquanto esperava pelo 706. Ou como tornar uma seca de espera em algo produtivo.
6 (8-6-2013) ► Uma experiência: coloca-te a desenhar numa qualquer rua de Lisboa e conta depois quantos turistas se juntam em apreciação. Ah pois. (Nova) Igreja do Corpo Santo, de 1770, ao Cais do Sodré, bastião dos irlandeses e onde a missa é em inglês. Isto em espera do 735.
7 (9-6-2013) ► Um momento de um outro trabalho meu, pois, em que esquematizei toda a família do café em Portugal para uma dupla de neerlandeses. Imprime ou copia, educa e guia a malta que nos visita. O «one galao» merece melhor explicação. E a meia de leite existe.
8 (10-6-2013) ► Caracolada e imperial na Praça Paiva Couceiro. Tento dizer umas quantas palavras a louvar o feriado e só me saem: hm, hum, hmmmmmm, nhammmmm, hmm. Já agora, onde pára o Jazz na Praça?
9 (11-6-2013) ► Toma lá o dibujo de hoje e ficamos quites, tá? Aguadas de café e coiso na Leitaria Académica ao Largo do Carmo. Olhava para nenhures para evitar desconfianças. Já reparaste nos carris do eléctrico que seguem pelo caminho do Elevador Santa Justa?
10 (12-6-2013) ► Deu para vir dar uma perninha até à horta de madrugada, aqui bem junto ao Alto de São João. A árvore não tem nome, pode ser Lucille, parafraseando o BB King. Boa notícia, os morangos estão quase e as favas já as recolhi. Deixa cá ler o Almanaque Borda D'Água para a lua cheia. Meh, é a só a 23...
11 (13-6-2013) ► Uma esplanada e uma hora de almoço e estamos conversados. Ingredientes para o momento: qualquer naco de papel, o coto riscante disponível e um pedaço de tempo para colocar ambos, papel e riscador, dançando. Aqui, gente na esplanada de São Pedro de Alcântara, patamar de baixo e restantes parapeitos sobre a cidade.
12 (14-6-2013) ► No seguimento, aqui esplanada de São Pedro de Alcântara, patamar de cima.
13 (15-6-2013) ► E ainda, outro espaço ao ar puro de Lisboa. Largo do Carmo.
14 (16-6-2013) ► E indo até ao Quiosque de Refresco, esplanada na Praça das Flores.
15 (27-6-2013) ► Um interregno apenas, mas com uma razão e um bom regresso: uma viagem a Peniche. Peniche é um tômbolo e a caldeirada é majestosa. Na imagem: oceano, Berlenga Grande e Cerro da Velha. O Mário Viegas (de Midões) quase que voltou a ser rei.
16 (28-6-2013) ► Café e cigarros, Jarmusch e o Benigni bem o sabiam. Junta a isso Lisboa e as suas mais do que sete maravilhas (esplanadas ao dará, um sol incandescente) e está feito.
17 (7-7-2013) ► A «malta» do domingo de manhã no Largo de São Paulo. Uns trinta e tal à sombra e uns quantos milhares ao Sol, tudo tão tórrido. Canículas!
18 (8-7-2013) ► Nestes Diēs caniculārēs - e Lisboa está agora a 31º e sobe, upa - tenho duas mãos esquerdas.
19 (9-7-2013) ► Qual é a estação, qual é ela: Metropolitano de Lisboa, Linha da Caravela, a uma troca do Saldanha e a três tirinhos da antiga estação do Socorro. Qual é ela?
20 (15-7-2013) ► Um detalhe do Fontanário - Obelisco/Chafariz do Largo de São Paulo, a café e Bic, desde a esplanada do Quiosque. Inaugurado em 1849, já vinha um projecto desde 1774 e pedidos à CML desde 1800 e vintes (é de bem pensar o quanto as obras públicas são agora mais rápidas). A bica poente destinava-se «aos homens do mar».
5 (7-6-2013) ► Pequeno naco de Calçada portuguesa em Arroios, enquanto esperava pelo 706. Ou como tornar uma seca de espera em algo produtivo.
6 (8-6-2013) ► Uma experiência: coloca-te a desenhar numa qualquer rua de Lisboa e conta depois quantos turistas se juntam em apreciação. Ah pois. (Nova) Igreja do Corpo Santo, de 1770, ao Cais do Sodré, bastião dos irlandeses e onde a missa é em inglês. Isto em espera do 735.
7 (9-6-2013) ► Um momento de um outro trabalho meu, pois, em que esquematizei toda a família do café em Portugal para uma dupla de neerlandeses. Imprime ou copia, educa e guia a malta que nos visita. O «one galao» merece melhor explicação. E a meia de leite existe.
8 (10-6-2013) ► Caracolada e imperial na Praça Paiva Couceiro. Tento dizer umas quantas palavras a louvar o feriado e só me saem: hm, hum, hmmmmmm, nhammmmm, hmm. Já agora, onde pára o Jazz na Praça?
9 (11-6-2013) ► Toma lá o dibujo de hoje e ficamos quites, tá? Aguadas de café e coiso na Leitaria Académica ao Largo do Carmo. Olhava para nenhures para evitar desconfianças. Já reparaste nos carris do eléctrico que seguem pelo caminho do Elevador Santa Justa?
10 (12-6-2013) ► Deu para vir dar uma perninha até à horta de madrugada, aqui bem junto ao Alto de São João. A árvore não tem nome, pode ser Lucille, parafraseando o BB King. Boa notícia, os morangos estão quase e as favas já as recolhi. Deixa cá ler o Almanaque Borda D'Água para a lua cheia. Meh, é a só a 23...
11 (13-6-2013) ► Uma esplanada e uma hora de almoço e estamos conversados. Ingredientes para o momento: qualquer naco de papel, o coto riscante disponível e um pedaço de tempo para colocar ambos, papel e riscador, dançando. Aqui, gente na esplanada de São Pedro de Alcântara, patamar de baixo e restantes parapeitos sobre a cidade.
12 (14-6-2013) ► No seguimento, aqui esplanada de São Pedro de Alcântara, patamar de cima.
13 (15-6-2013) ► E ainda, outro espaço ao ar puro de Lisboa. Largo do Carmo.
14 (16-6-2013) ► E indo até ao Quiosque de Refresco, esplanada na Praça das Flores.
15 (27-6-2013) ► Um interregno apenas, mas com uma razão e um bom regresso: uma viagem a Peniche. Peniche é um tômbolo e a caldeirada é majestosa. Na imagem: oceano, Berlenga Grande e Cerro da Velha. O Mário Viegas (de Midões) quase que voltou a ser rei.
16 (28-6-2013) ► Café e cigarros, Jarmusch e o Benigni bem o sabiam. Junta a isso Lisboa e as suas mais do que sete maravilhas (esplanadas ao dará, um sol incandescente) e está feito.
17 (7-7-2013) ► A «malta» do domingo de manhã no Largo de São Paulo. Uns trinta e tal à sombra e uns quantos milhares ao Sol, tudo tão tórrido. Canículas!
18 (8-7-2013) ► Nestes Diēs caniculārēs - e Lisboa está agora a 31º e sobe, upa - tenho duas mãos esquerdas.
19 (9-7-2013) ► Qual é a estação, qual é ela: Metropolitano de Lisboa, Linha da Caravela, a uma troca do Saldanha e a três tirinhos da antiga estação do Socorro. Qual é ela?
20 (15-7-2013) ► Um detalhe do Fontanário - Obelisco/Chafariz do Largo de São Paulo, a café e Bic, desde a esplanada do Quiosque. Inaugurado em 1849, já vinha um projecto desde 1774 e pedidos à CML desde 1800 e vintes (é de bem pensar o quanto as obras públicas são agora mais rápidas). A bica poente destinava-se «aos homens do mar».
Le Artista da Capa * 394, Paulo Moura
Paulo Moura é professor de Português e bibliotecário no Maria Amália, aquela escola secundária lisboeta que ainda exibe na fachada a designação «Lyceu Feminino». Para além desta missão, ainda tem tempo para ser actor amador (por puro amor) e para sair por aí à caça de instantâneos de Lisboa.
Como é que a fotografia entrou na tua vida? Foi amor à primeira vista?
Entrou por via paterna. Desde sempre que me lembro de uma câmara embrulhada num estojo de cabedal castanho, muito ajustado, que ia sempre connosco quando viajávamos.
Entrou por via paterna. Desde sempre que me lembro de uma câmara embrulhada num estojo de cabedal castanho, muito ajustado, que ia sempre connosco quando viajávamos.
Le Editorial * 394 por maria ninguém
E suava não apenas no engodo e no espeta a isca - que não de fígado. Sua na proximidade de um Verão que se enterra nas nuvens - seu biltre! Sua no freelancismo não ser ainda um desporto olímpico - os atletas lisboetas desta modalidade, desta e do desenrasquismo, seriam multi-medalhados a todo o pódio. Sua naquela coisa esquisita a que chamam de «brandos costumes» e que não se percebe muito bem a que costumes se refere, mas enfim. Vamos lá suar é na pista de dança e entre os lençóis da vida. / maria ninguém
Somos parceiros de comunicação do LandArt Cascais 2013, do FIMFA, do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa e da Madame. E gostávamos tanto de ser da aldeia de Vilar de Perdizes!
A Le Cool Lisboa abdicou do Acordo Ortográfico. pp p -- - c c c- p (Estas foram recuperadas do balde de sobras). Gostas ou adoras?
Subscrever:
Mensagens (Atom)













































