Mostrar mensagens com a etiqueta 386. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 386. Mostrar todas as mensagens

Giroflé

Maria João Lino é uma artista do vidro. Não outra forma de o dizer ou sequer de o contornar, e nem quereríamos pois lhe vimos a obra. Adaptando a seu bel-prazer a técnica de fusing, que designamanipulação de vidro na mufla, vai moldando e compondo garrafas que serão reconhecíveis a olho. Garrafas de cerveja com nova vida como cinzeiros, favaítos compostos em prato, detritos de vidro em composições coloridas, mil e outras formas e possibilidades a que o vidro, em todas as suas milhentas transparências, ganha formas (e "disformas") pelo trato criativo de Maria João. A loja é na Rua da Verónica, bem perto da Graça e a um passo da Feira da Ladra. A ver e a comprar! / Rafa.El

Le Artista da Capa * 386, Gajo

A minha avó não é tão antiga como Lisboa (nem como a de Braga), mas tem história a correr-lhe das mãos.

É  um doce de senhora, tão doce como um Pastel de Belém. Talvez mais - mas sem a canela.

Lisboa, se fosse mais antiga, os sinais surgiriam gatafunhados a gravuras rupestres.

Le Capa * 386

Por Gajo

Le Editorial * 386 por Óscar Amado


Caro Pedro, São, sei que a austeridade te cabo da pinha, pois da minha também, achaques. Deixa de fazer cair o chuvisco inconstante ou terei que sacrificar uma ou um virgem para te aplacar? A procura seria complicada e austero era o Inverno. Tu, que controlas ventos e marés, tempestades e greves da Transtejo, se arranjas uma série da Fox para acompanhar e deixas de jogar com o tempo lisboeta como se fôssemos Pinball. A paciência e os chapéus de chuva do chinês têm limites e estes normalmente duram uma chuvada  (parece-me que os chapéus são descartáveis, todo um cemitério pelas ruas da cidade). isso, OK? / Óscar Amado

O Miguel e o Rafa.El recusam-se a usar chapelinhos, não sabem o que é isso. Somos parceiros de comunicação do FESTin, do Alfama-te, do Café Improv e da Madame. E gostávamos de ser do Museu de Cera (o Tussauds, não o outro).

Le Entrevista a Kim Longinotto por Rafa.El

A realizadora britânica Kim Longinotto, vem a Portugal apresentar a sua primeira retrospectiva no país, com diversas projecções do seu trabalho a que se adossam debates que se esperam participativos. Em Lisboa, no Cinema City Classic Alvalade, de 4 a 7 Abril.

De que forma é que o teu tempo escolar influenciou a tua produção cinematográfica? 

Essa é uma pergunta interessante para mim e, ainda que me seja difícil de aceitar, o meu colégio interno realmente conformou tudo aquilo que tenho feito desde que de lá saí. Acima de tudo, marcou em mim uma profunda desconfiança e também um medo latente, quanto a autoridade e tradição. Ou seja, o poder irracional do status quo com a sua violência logo abaixo da superfície.