Ao aproximar de mais uma edição do FATAL, o Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa na sua 14ª edição, falamos com um dos seus programadores, Rui Teigão.
O teatro, mormente o teatro académico, está vivo e recomenda-se ou há alguma fatalidade também no teatro relacionado com o emagrecimento - ou a redução de visão - do desinvestimento cultural? O FATAL pretende, como grande festival de teatro académico, de carácter seminal e de natureza amadora (no sentido de profissionalização), criticar e contrariar isso?
O Teatro Universitário está vivo sim, recomenda-se e pretende sobretudo contrariar o desinvestimento cultural. É por isso que este ano voltámos a aumentar o número de grupos a apresentarem espectáculos no Festival. São cerca de 24, a maior ou uma das maiores programações de sempre.
O Teatro Universitário está vivo sim, recomenda-se e pretende sobretudo contrariar o desinvestimento cultural. É por isso que este ano voltámos a aumentar o número de grupos a apresentarem espectáculos no Festival. São cerca de 24, a maior ou uma das maiores programações de sempre.
