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Le Entrevista a Sandro Araújo por El Rafa
A pergunta que se impõe de início - em conjunto com uma apresentação pessoal sumária - é: tens bicicleta, Sandro?
Sim, claro! Uso diariamente uma dobrável como principal meio de transporte, desde 2007. Comecei a andar de bicicleta de um dia para o outro, na altura trabalhava perto do Adamastor, foi facílimo e resolvi logo que a eterna promessa de voltar ao ginásio caíra por terra, pois já não precisava.
E uma provocação: é possível andar de bicicleta pela cidade das colinas? Eu, que tenho 3 bikes e vou para o trabalho de bike, sei ser possível mas, e não querendo ser evangelizador quanto às duas rodas, qual é a tua vivência com a bike em Lisboa e é Lisboa uma cidade bike friendly?
Le Artista da Capa * 364, Ricardo Filho de Josefina
.aguenta, eu estou aqui.
texto:
o tempo não se decide, bruto e inoportuno, e eu no quinto passo.
ideia primitiva de carne e pele e não sei o que faço.
tu bem perto e tão demasiado com os pés na água fria.
larga, apanha-me depois nas palavras que embaciam qualquer dor.
senti o deixar que não quer na noite que vai tarde e deserta.
volta que não vem e aqui não há ondas nem mares em que te vens.
cheguei agora e pouco mais.
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* Originalmente publicada a 1 de Novembro de 2012, na Le Cool Lisboa * 364
Le Capa * 364
por Ricardo Filho de Josefina
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* Originalmente publicado a 1 de Novembro de 2012, na Le Cool Lisboa * 364
Le Editorial * 364 por Rafa
Batagusto
O Miguel , a Fauna Maria e o Rafa.El organizaram um batagusto a gosto. E escrevem um manifesto a propósito. Não um magusto porque as batatas merecem ser celebradas desde que foram trazidas do Novo Continente. Não um magusto porque as castanhas são caras a menos que tenhas a brotar um castanheiro mágico no quintal. Não um magusto porque era preferível mesmo o papel de jornal que as envolvia, do que esta bolsa em higiénica ensacagem onde a servem nas carretas de Lisboa. Enfim, a batata é boa, mas as fogueiras celebravam era essa maravilhosa semente do castanheiro e nós queremos a tradição de volta! Quentes e boas, não que nem batata no forno em fausto batagusto, mas em castanhada assada (cozida só no oitavo dia da semana) à maneira. Com jeropiga de parceira.
O Miguel , a Fauna Maria e o Rafa.El organizaram um batagusto a gosto. E escrevem um manifesto a propósito. Não um magusto porque as batatas merecem ser celebradas desde que foram trazidas do Novo Continente. Não um magusto porque as castanhas são caras a menos que tenhas a brotar um castanheiro mágico no quintal. Não um magusto porque era preferível mesmo o papel de jornal que as envolvia, do que esta bolsa em higiénica ensacagem onde a servem nas carretas de Lisboa. Enfim, a batata é boa, mas as fogueiras celebravam era essa maravilhosa semente do castanheiro e nós queremos a tradição de volta! Quentes e boas, não que nem batata no forno em fausto batagusto, mas em castanhada assada (cozida só no oitavo dia da semana) à maneira. Com jeropiga de parceira.
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