Mostrar mensagens com a etiqueta 373. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 373. Mostrar todas as mensagens
Le Artista da Capa * 373, Sara A.
Eu sou o músculo da Sara, o tal que obtura a máquina quando Lisboa se insinua defronte da câmara. A cada instante, um apelo da sua imagem. Sabes onde é o Jardim Botto Machado? Se acertares, dou-te o restante músculo que me faz o braço, em abraço. Lisboa é a minha cidade, biologias e ornitologias incluídas, berço onde um grafologista encontraria certamente traços da minha persolidade em contentamentos no ponto do i.
Le Editorial * 373 por Benjamin Juíz
Pássara
Pareceu-me ter ouvido «pássara» da boca dela, enquanto passava por mim velozmente, trocando um olhar e uma impressão em algumas letras em atropelo. Como fiquei algo impressionado e antes de perceber que era mais algo como «para a Sara», entreabri a boca, em espera de mais alguma indicação ou de que pássara seria essa. Ainda apegado ao sono mal dormido da consoada de ano novo, sou bombardeado pela primeira polémica do ano. Esperam-se mais, pois é, que a polémica por aqui é uma macieira quase em época de dar fruto. Agora fala-se em discursos e dezcursos, em discursantes e em aumentar o buraco do cinto. Eu sei lá, não dou para isto nem vou com estes pequeno-almoços, mas acho simpático pensarem nos jornalistas.
Tanta polémica fará certamente imensas parangonas de jornais. / Benjamin Juíz
Pareceu-me ter ouvido «pássara» da boca dela, enquanto passava por mim velozmente, trocando um olhar e uma impressão em algumas letras em atropelo. Como fiquei algo impressionado e antes de perceber que era mais algo como «para a Sara», entreabri a boca, em espera de mais alguma indicação ou de que pássara seria essa. Ainda apegado ao sono mal dormido da consoada de ano novo, sou bombardeado pela primeira polémica do ano. Esperam-se mais, pois é, que a polémica por aqui é uma macieira quase em época de dar fruto. Agora fala-se em discursos e dezcursos, em discursantes e em aumentar o buraco do cinto. Eu sei lá, não dou para isto nem vou com estes pequeno-almoços, mas acho simpático pensarem nos jornalistas.
Tanta polémica fará certamente imensas parangonas de jornais. / Benjamin Juíz
Osteria
O que à primeira vista parece ser mais uma tasca no meio de um bairro histórico da nossa cidade, a Madragoa, onde se comem petiscos tipicamente portugueses, recheado de mobiliário vintage com copos e pratos do tempo da avozinha, todos diferentes, rapidamente me apercebo de uma nova realidade!
A tasca que pensava ter comida portuguesa, na verdade, é um restaurante do mais kitsch possível, onde se respira, fala e sobretudo come italiano do melhor!
A simpatia das donas é exemplar, mas o que verdadeiramente marca é a excelência da comida.
A tasca que pensava ter comida portuguesa, na verdade, é um restaurante do mais kitsch possível, onde se respira, fala e sobretudo come italiano do melhor!
A simpatia das donas é exemplar, mas o que verdadeiramente marca é a excelência da comida.
Le Entrevista a Isabel Pires de Lima por Teresa Palma Carlos
Isabel, apresenta-te aos leitores da Le Cool, a nível pessoal...
Filha, Mulher, Tia, Amiga, Designer de Interiores, Artista, Diferente, Lutadora, Aventureira, Sonhadora, Viajante, Criativa, Curiosa, que não para quieta a não ser a dormir.
... e a nível profissional.
Comecei a trabalhar desde muito nova, aprendi sempre e continuo todos os dias aprender. Valorizo todas as experiências e projetos. Os projetos em que trabalho e já trabalhei são hotéis, restaurantes, spas, andares modelo, projetos particulares ou seja, apartamentos, moradias ou até só uma divisão como uma cozinha ou sala de estar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


