Mostrar mensagens com a etiqueta Teresa Palma Carlos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Teresa Palma Carlos. Mostrar todas as mensagens

O Tachadas

vão as velhotas cobertas com vestes negras com o tupperware debaixo de braço, seguidas pelos barulhentos putos da Madragoa e os grupos de estudantes universitários. vão as pessoas oriundas de outros bairros alfacinhas e seguidamente as tias carregadas com os piquenos que descendem do bairro da Lapa. Para onde vão? Para O Tachadas. Se ainda não conhece este típico restaurante de Lisboa, no bairro de Santos-o-Velho, é porque não gosta de uma boa patuscada! Num ambiente familiar, o sisudo Miguel grelha uma boa posta de peixe e carnes com a bela da guarnição. E o frango assado? Para mim, o melhor de Lisboa! / Teresa Palma Carlos

Osteria

O que à primeira vista parece ser mais uma tasca no meio de um bairro histórico da nossa cidade, a Madragoa, onde se comem petiscos tipicamente portugueses, recheado de mobiliário vintage com copos e pratos do tempo da avozinha, todos diferentes, rapidamente me apercebo de uma nova realidade!

A tasca que pensava ter comida portuguesa, na verdade, é um restaurante do mais kitsch possívelonde se respira, fala e sobretudo come italiano do melhor!

A simpatia das donas é exemplar, mas o que verdadeiramente marca é a excelência da comida.  

Le Entrevista a Isabel Pires de Lima por Teresa Palma Carlos

Isabel, apresenta-te aos leitores da Le Cool, a nível pessoal...

Filha, Mulher, Tia, Amiga, Designer de Interiores, Artista, Diferente, Lutadora, Aventureira, Sonhadora, Viajante, Criativa, Curiosa, que não para quieta a não ser a dormir.

... e a nível profissional.

Comecei a trabalhar desde muito nova, aprendi sempre e continuo todos os dias aprender. Valorizo todas as experiências e projetos. Os projetos em que trabalho e trabalhei são hotéis, restaurantes, spas, andares modelo, projetos particulares ou seja, apartamentos, moradias ou até uma divisão como uma cozinha ou sala de estar.

Vertigo - A mulher que viveu duas vezes

Alguém dizia que eu sou uma pessoa de música a preto e branco. Pois eu acrescento que sou incondicional de filmes a preto e branco, em especial de Alfred Hitchcock e em particular do clássico Vertigo – A mulher que viveu duas vezes. vi e revi a película vezes e vezes sem conta e a verdade é que sempre um pormenor novo! Para quem nunca viu, ou para quem quer rever este grande filme, é favor deslocar-se ao UCI - El Corte Inglés e maravilhar-se em exclusivo com a versão restaurada e em cópia digital. Parece-me um bom presente pós-Natal! / Teresa Palma Carlos

Taberna Tosca


Uma girl’s night out pede boas conversas, muita risota, boa disposição, de preferência regado com bons petiscos. E foram bons petiscos que encontrámos na Taberna Tosca, no Largo de S. Paulo. A comida foi uma bomba de calorias e “castrol”, mas que nos soube tãoooo bem. Ovos mexidos com farinheira, ovos verdes ( anos que não comia e adoro!), salada de polvo, bocadinhos de carne frita (tinha uma nome específico, mas a memória é fraca…), enchidos e queijo maravilhosos! E as sobremesas? Nham nham… Com uma decoração original, um ambiente descontraído e boa comida, vale a pena conhecer as iguarias da Taberna Tosca. / Teresa Palma Carlos
 

Taberna Moderna


Fomos à Taberna Moderna.

E logo pensei eu: viva a inovação e a criatividade no conceito, que hoje em dia em Lisboa todo o buraco que abre, tem logo o nome de taberna ou tasca ou coisa que o valha. Falei (ou pensei) cedo demais. Em primeiro, esta tasca é uma taberna refinada com direito a sentar o rabiosque em cadeiras Philippe Starck e outros quantos modelos concebidos para a Vitra e com um chandelier que se começa a cobiçar mal se entra. Em segundo, tem um Gin Bar, de seu nome Lisbonita, onde se servem dezenas de espécies de gin. Depois de beber um cítrico copo de Martin Miller’s fiquei rendida a este novo espaço.

Le Entrevista a Teresa Palma Carlos (Le Cool Team) por Rafa


Fala-me de ti na primeira pessoa.

Chamo-me Teresa Palma Carlos, tenho 29 anos. Gosto de ler e muito de escrever, passar um domingo a ver séries policiais e a dormitar.

Gosto de jazz e de música a “preto e branco”. Gosto de desafios, de conduzir e ir para a costa alentejana de Jeep com o meu melhor amigo. Gosto de dar jantaradas em casa. E finalmente, tenho uns pais, irmãs e um núcleo de amigos (eles sabem quem são) que adoro e que espero me acompanhem em muitas aventuras! E como já estou a entrar na fase da lamechice, vamos seguir para a próxima pergunta.

Projetos de vida e para a vida.




Lizarran Telheiras

A noite da final de futebol do Euro 2012, disputada por Espanha e Itália, foi um pretexto para sair de casa e ir até ao Lizarran, em Telheiras, comer umas tapas, ovos rotos, acompanhado de uns queijos e presunto de bolota, tudo regado com um bom vinho tinto “espanhuelo”. Um ambiente descontraído, uma taberna perfeita para “tapear”, com uma atmosfera muito espanhola! Eu torci pela Itália, ele por Espanha.

No final ganharam nuestros hermanos. Bem, pelo menos a companhia e a comida foram excelentes… / Teresa Palma Carlos


Rubro Avenida


Comida espanhola foi, pelo menos para mim, sinónimo de tapas feitas com pão branco "daquele" espanhol, a atirar para o completamente desenxabido e sem sabor e com umas rodelas de chouriço ou salpicão e a acompanhar com um tinto de verano. Ora, esta foi sempre a minha ideia de comida espanholita... até a sexta feira de umas semanas, à hora do jantar! Fui jantar com um amigo ao Rubro, ali para as traseiras da Avenida da Liberdade. Comeram-se ovos rotos (vulgo batata frita com ovos estrelados... tudo revolvido) e lulas fritas babys chamadas chipirones, para entrada.

O "comer" propriamente dito foi um mega, hiper, gigante pedaço de uma carne absolutamente maravilhosa e divinal, tudo regado com uma boa vinhaça! Ambiente castiço, bancos de correr, ambiente informal! A visitar em breve, novamente! / Teresa Palma Carlos


Boka de Santo

Ontem fui ao Boka de Santo, na Rua S. João da Mata! O restaurante é da Isabel, uma amiga de muitos anos (minha e da família), com um coração e sorriso enormes e uma verdadeira mestra da culinária! Ainda me lembro da mousse de chocolate branco que comi largos anos... Ontem reencontrei a Isabel à porta do talho. me contou que abriu um restaurante e tive que ir dar uma espreitadela e "degustadela". Entrada: Pratinho saloio (pão, queijo de niza e enchidos); Prato: Frango recheado com farinheira; Sobremesa: Cheesecake. Tudo regado com uma fresca sangria com um travo a aniz. Resumindo, comida excelente em doses generosas, atendimento simpático (com o João), música e espaço muito agradáveis. Gostei muito e é seguramente um restaurante a visitar mais vezes! / Teresa Palma Carlos


Merca Tudo

Imaginem-se no meio do bairro da Madragoa, nas suas ruas estreitas e desalumiadas, o casario envelhecido. Imaginem-se a degustar umas estaladiças pataniscas de bacalhau com arroz de tomate, um tenro bife com molho de cogumelos, batatas fritas acabadas de serem cortadas e fritas, ainda quentes, pão fresco. Imaginem a sensação de um bom vinho tinto a transpor o palatoImaginem que estão a escutar um bom jazz, calmo, sensual, numa mesa rodeados de bons amigos e magnífica cavaqueira.  

Imaginem que as paredes são inteiramente forradas a pedra mármore, mas ainda assim conseguem sentir-se num local hospitaleiroImaginem um local com pouca luz, mas a suficiente para comer e conversar e degustar um bom repasto…