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Le Entrevista a Pedro Leitão por Cláudio Braga


Pedro Leitão, diretor festival PUFF

Pedro Leitão, um alfacinha nascido bem no coração de Lisboa, prepara-se para fazer emergir o melhor do cinema dito underground e espalhá-lo pelo país. A poucos dias do arranque oficial do PUFF – Portugal Underground Film Festival e depois de Lisboa ter sido a primeira a provar uma das ‘iguarias’, que serão servidas, entre 8 e 16 de junho, simultaneamente, em Portimão e no Fundão, fomos conhecer o “louco” que se lançou nesta cruzada épica de organizar um festival com filmes que quase ninguém conhece, vindos dos quatro cantos do mundo, e, ainda por cima, de baixo orçamento.

Fala-nos de ti: quem é o Pedro Leitão? O que o move?

Falarmos de nós próprios quando se trata de desenvolver um projeto desta dimensão, numa altura em que vivemos num país que assassina qualquer manifestação cultural, torna-se uma questão sem grande interesse e nexo... Num país conformado a obedecer a uma ditadura disfarçada e à estupidificação do seu povo, o que me move é tentar proporcionar alguns momentos de entretenimento e de acordar as nossas mentes adormecidas… há várias décadas.

Le Entrevista às Anarchicks por João Freire






















Sucesso. Popularidade. Concertos, gritos e acenos. Loucura com fartura. Mas q.b. também. Uma maneira desmedida de fazer as coisas. Porque sim e porque querem. Dizem que o que fazem é espontâneo e democrático. Crónica de um sucesso anunciado.

Comecemos pelo início. Se bem que ninguém sabe quando foi. Mas vamos tentar pelo menos.


Merca Tudo

Imaginem-se no meio do bairro da Madragoa, nas suas ruas estreitas e desalumiadas, o casario envelhecido. Imaginem-se a degustar umas estaladiças pataniscas de bacalhau com arroz de tomate, um tenro bife com molho de cogumelos, batatas fritas acabadas de serem cortadas e fritas, ainda quentes, pão fresco. Imaginem a sensação de um bom vinho tinto a transpor o palatoImaginem que estão a escutar um bom jazz, calmo, sensual, numa mesa rodeados de bons amigos e magnífica cavaqueira.  

Imaginem que as paredes são inteiramente forradas a pedra mármore, mas ainda assim conseguem sentir-se num local hospitaleiroImaginem um local com pouca luz, mas a suficiente para comer e conversar e degustar um bom repasto…  

Le Editorial * 343 por Rafa

Lisbon

O Miguel , a Fauna Maria e o Rafa.El fizeram a aposta entre si de que quem enfardar mais sardinhas, ganha. E ganha o quê? Um barrigote de santa delícia, um lugar no altar das festas e um prestígio do caraças. E, claro, uma grade de cervejas a receber dos restantes. A ver se por rebenta a competição pela festa (mais brava e saudável que a outra, a tal dita de brava) tanto de rua a rua, como entre bairros. Prometido é que Lisboa será sempre em grande. Desejado é que te queiras ver por aqui daqui a um ano. Comecem as festas, que o Santo António desceu à calçada.

Le Artista da Capa * 343, Cátia Barbosa

O Verão está para chegar... mas anda meio tímido!
 
Com o Verão chegam os tão queridos e bem recebidos turistas, bifes... ou camones (é o que preferirem)!

Numa altura em que o aperto de cinto nem se sente porque cortou a corrente sanguínea, venham eles para salvar esta bela Lisboa!
 
Lisboa menina e moça, Lisboa sempre jovem... Lisboa respira cultura, talento e diversão! É esta a nossa imagem de marca! Deixemos os pesos pesados de lado e vamos sorrir como se não houvesse amanhã!
 
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OLÁÁÁ! Eu sou a Cátia Barbosa, tenho 29 anos, alfacinha de gema e algumas pancadas (quem me conhece sabe do que falo!).

Le Capa * 343


Por Cátia Barbosa