Em qualquer restaurante que se preze, sentamo-nos, escolhemos e somos servidos. Há toda uma experiência alimentar que gravita entre o prato proposto no cardápio e o momento da refeição. Mas no Fondue Chinês, à Praça do Chile (esse encontro civilizacional em bairro, à imagem do Martim Moniz) o caminho é nosso. É verdadeiramente um jogar com probabilidades, todo um repasto de contornos aleatórios no escolher dos ingredientes, na cozedura do fondue, na mistura de molhos, no acrescentar e no dosear do prato. Um jigajoguear alimentar com raízes cantonesas (eles apregoam serem o único do género no país, não protesto enquanto mastigo bambu).
