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Le Entrevista a Julie & the Carjackers por NunoT
Julie & the Carjackers nasce em 2009 da ligação neural de dois cérebros com uma visão da música muito específica. João Correia e Bruno Pernadas, pressente-se, olham para a música através de linhas pautadas. E mesmo que assim não seja fazem-no como se assim fosse. E porquê?, perguntam. Simplesmente porque se percebe que pensam realmente na música que fazem. Pensam-na profundamente. Vão às entranhas de cada pista e instrumento nos seus temas. Vão ao detalhe de cada compasso, de cada linha melódica ou do break rítmico entre a quadra e a ponte que desemboca no refrão. Tudo na sua música faz sentido melódico, harmónico e rítmico. E isto, meus caros, é qualidade na arte de compor e fazer arranjos, que é coisa que o tempo e a tecnologia se tem encarregado de pouco a pouco fazer esmorecer na música de hoje, frequentemente limitada a dois ou três bons acordes de guitarra, ou um beat forte, ou mesmo um simples timbre poderoso "sinteticamente manipulado".
Le Editorial * 355 por Rafa
Lisboa, Cidade-luz
O Miguel , a Fauna Maria e Rafa.El vão pensando em formar um grupo coral alentejano. Dão as mãos por detrás das costas, encostam-se em perfeição ombro com ombro (as poses de equipa de futebol bem alinhada deu jeito) e balanceiam-se em formação. Património da humanidade somos nós, que materializamos o canto e devolvemos-lhe tudo em sorrisos. Belo fado que te bate também à porta, o de seres parte da cidade mais preenchida deste lado do hemisfério.
O Miguel , a Fauna Maria e Rafa.El vão pensando em formar um grupo coral alentejano. Dão as mãos por detrás das costas, encostam-se em perfeição ombro com ombro (as poses de equipa de futebol bem alinhada deu jeito) e balanceiam-se em formação. Património da humanidade somos nós, que materializamos o canto e devolvemos-lhe tudo em sorrisos. Belo fado que te bate também à porta, o de seres parte da cidade mais preenchida deste lado do hemisfério.
Le Artista da Capa * 355, João Mel
É uma muralha dos anos 60 a 80, encimando uma avenida que era nada e hortas até então.
O Padrão dos Descobrimentos é um monumento dos anos 40 ao nosso quattrocento, esta visão - em máquina LC-A de 1981,clássico também, portanto - é um monumento à pujança construtiva de Lisboa. Belo ou feio, preenchido, com pouco verde,excessivamente alto, maciço, seja o que for, tenho para mim esta vista como belíssima.
Tu, tira as conclusões que quiseres. E adivinha onde é.
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