Tem um dos sorrisos mais contagiantes da noite lisboeta. Natural de Moçambique, a sua energia transparece, e foi em Lisboa que firmou raízes e que provou ser um grande profissional na gestão de um dos bares mais interessantes e com o nome mais apelativo do Bairro Alto: O Kamasutra Bar. Começou como apanha-copos no Garage, cresceu num meio que é cheio de obstáculos e concorrência desleal, mas sempre com garra e persistência é à noite que ele pertence, como peixe na água.
Observa uma Lisboa e um Bairro Alto diferentes daquele onde começou e gostava que o público optasse mais pela qualidade, mesmo em tempos de crise. Porque o que é realmente bom e especial, nem sempre tem que ser mais caro.
As gerações mais novas, que começam agora a sair à noite, não conhecem o brilho que tantos dizem que se perdeu na noite em Lisboa. Quais achas que foram as grandes mudanças da Lisboa em que começaste a trabalhar e a Lisboa de agora?
Muitas mudanças, principalmente no público que frequenta a noite, público muito jovem, que na sua
