PASSATEMPO Encerramento FESTin + Bróder

Para a cerimónia de encerramento e atribuição de prémios do FESTin, mostra-se também o filme Bróder, de Jefferson De. Para um de cinco bilhetes duplos, nomeia-me cinco prémios que este filme tenha ganho em festivais. Para este e-mail.

ENCERRAMENTO DO FESTin + CERIMÓNIA DE PRÉMIOS + BRÓDER | Cinema São Jorge | 10 de Abril às 21h30

Junta o teu nome completo e identificação (seja CC, BI ou Passaporte) à resposta. 


- PASSATEMPO ENCERRADO - 

Mazgani

Hoje nos escaparates, nas áreas dedicadas aos lançamentos mais recentes ou às novidades arrebatadoras, encontrarás o terceiro longa do calcorreador mais iraniano de Portugal (ou o mais tuga saído do Irão, diz como quiseres, que isto da música é bem universal e Mazgani é português desde que assentou em Setúbal, quando tinha cinco anos), o "Common Ground", que até já estava disponível no Musicbox desde 1 de Abril.

Esta sua terceira incursão pelos álbuns viu a luz do dia na pátria do Trip-hop, Bristol, onde contou com a colaboração de John Parish e Mick Harvey. Hoje até há um showcase na FNAC Chiado, para um cheirinho e uma breve degustação do seu novo trabalho.

MAZGANI "COMMON GROUND" | FNAC Chiado | 8 de Abril às 18h30

PASSATEMPO Angola, terra do passado e futuro + Independência de Angola – Os Acordos do Alvor

Dois pequenos documentários de António Escudeiro, inseridos na Homenagem a Angola, do FESTin. Para um de cinco convites duplos para esta sessão dupla, que contará com a presença do realizador, nomeia outros três filmes assinados por Escudeiro. Para este e-mail.

ANGOLA, TERRA DO PASSADO E FUTURO + INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA - OS ACORDOS DO ALVOR | Cinema São Jorge | 9 de Abril às 20h

Junta o teu nome completo e identificação (seja CC, BI ou Passaporte) à resposta. 

* A foto apresenta Luanda e não é de nenhum dos filmes. 

- PASSATEMPO FECHADO -

PASSATEMPO Onde está a felicidade?

Ainda na competição de longas do FESTin, joga este "Onde está a felicidade?" de Carlos Alberto Riccelli. Para um de 5 convites duplos, refere 5 actores que entrem no filme, para este e-mail.

ONDE ESTÁ A FELICIDADE? | Cinema São Jorge | 8 de Abril às 21h30

Junta o teu nome completo e identificação (seja CC, BI ou Passaporte) à resposta. 

- PASSATEMPO FECHADO -

PASSATEMPO Kumpania Algazarra

Para uma de duas entradas duplas, responde qual o nome do novo álbum dos Kumpania e a que é dedicado. Para aqui.

KUMPANIA ALGAZARRA | República da Música | 6 de Abril às 23h 

Junta o teu nome completo e identificação (seja CC, BI ou Passaporte) à resposta. 

- PASSATEMPO FECHADO - 

PASSATEMPO Cine Holliúdy

Mais um filme do FESTin em competição para as longas-metragens. Para conseguires um de cinco bilhetes duplos para esta sessão, indica-me outros dois filmes em competição. Para este email.

CINE HOLLIÚDY | Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira | 7 de Abril às 21h30

Junta à resposta o teu nome completo e identificação (BI, CC, Passaporte).


- PASSATEMPO FECHADO - 

PONTO DE VISTA, Basílica da Estrela alinhada com a Rua Nova do Carvalho


PASSATEMPO Outro Olhar

Para a competição de longas-metragens do FESTin, concorre este "Outro Olhar", de Cristiano Requião. Para um de cinco convites duplos, assinala para este email o nome de duas secções do FESTin. Por exemplo: "Mostra de Homenagem a Angola". Segue tu agora.

OUTRO OLHAR | Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira | 6 de Abril às 18h30

Junta à resposta o teu nome completo e identificação (BI, CC, Passaporte).


- PASSATEMPO FECHADO - 

PONTO DE VISTA, Panteão Nacional desd'a Piscina de Alfama


PASSATEMPO Vidas Vazias e as Horas Mortas

Habilita-te (verbo que é óptimo pronunciar em todas as suas conjugações) a ganhar um de cinco convites duplos para o filme de Pedro Lacerda. Basta que recites, para este email, quais os países que contam com produções em exibição no FESTin.

VIDAS VAZIAS E AS HORAS MORTAS | Cinema São Jorge | 7 de Abril às 18h30
   
Importante : junta o teu completo e identificação (CC, BI, Passaporte) à resposta.

- PASSATEMPO FECHADO - 

Giroflé

Maria João Lino é uma artista do vidro. Não outra forma de o dizer ou sequer de o contornar, e nem quereríamos pois lhe vimos a obra. Adaptando a seu bel-prazer a técnica de fusing, que designamanipulação de vidro na mufla, vai moldando e compondo garrafas que serão reconhecíveis a olho. Garrafas de cerveja com nova vida como cinzeiros, favaítos compostos em prato, detritos de vidro em composições coloridas, mil e outras formas e possibilidades a que o vidro, em todas as suas milhentas transparências, ganha formas (e "disformas") pelo trato criativo de Maria João. A loja é na Rua da Verónica, bem perto da Graça e a um passo da Feira da Ladra. A ver e a comprar! / Rafa.El

Le Artista da Capa * 386, Gajo

A minha avó não é tão antiga como Lisboa (nem como a de Braga), mas tem história a correr-lhe das mãos.

É  um doce de senhora, tão doce como um Pastel de Belém. Talvez mais - mas sem a canela.

Lisboa, se fosse mais antiga, os sinais surgiriam gatafunhados a gravuras rupestres.

Le Capa * 386

Por Gajo

Le Editorial * 386 por Óscar Amado


Caro Pedro, São, sei que a austeridade te cabo da pinha, pois da minha também, achaques. Deixa de fazer cair o chuvisco inconstante ou terei que sacrificar uma ou um virgem para te aplacar? A procura seria complicada e austero era o Inverno. Tu, que controlas ventos e marés, tempestades e greves da Transtejo, se arranjas uma série da Fox para acompanhar e deixas de jogar com o tempo lisboeta como se fôssemos Pinball. A paciência e os chapéus de chuva do chinês têm limites e estes normalmente duram uma chuvada  (parece-me que os chapéus são descartáveis, todo um cemitério pelas ruas da cidade). isso, OK? / Óscar Amado

O Miguel e o Rafa.El recusam-se a usar chapelinhos, não sabem o que é isso. Somos parceiros de comunicação do FESTin, do Alfama-te, do Café Improv e da Madame. E gostávamos de ser do Museu de Cera (o Tussauds, não o outro).

PASSATEMPO Bonitinha, mas Ordinária

Que é bonitinha já se vê, agora ordinária? Isso só percebendo ao ver a película. Para um de 5 convites duplos, diz para este email, outros cinco filmes que Moacyr Góes tenha realizado.

BONITINHA, MAS ORDINÁRIA | Cinema São Jorge, Sala Manoel de Oliveira | 5 de Abril às 21h30

Junta à resposta o teu nome completo e identificação (BI, CC, Passaporte). 

- PASSATEMPO FECHADO - 

PASSATEMPO Essa maldita vontade de ser pássaro

Para cinco convites duplos. Sim, cinco! Envia o nome de 10 realizadores com obra presente nesta 4ª edição do FESTin. Os mais rápidos, com resposta certa, vão de convite. Respostas para este email.

ESSA MALDITA VONTADE DE SER PÁSSARO | Cinema São Jorge | 4 de Abril às 21h30
 
Importante : junta o teu completo e identificação (CC, BI, Passaporte) à resposta.

- PASSATEMPO FECHADO - 

Le Entrevista a Kim Longinotto por Rafa.El

A realizadora britânica Kim Longinotto, vem a Portugal apresentar a sua primeira retrospectiva no país, com diversas projecções do seu trabalho a que se adossam debates que se esperam participativos. Em Lisboa, no Cinema City Classic Alvalade, de 4 a 7 Abril.

De que forma é que o teu tempo escolar influenciou a tua produção cinematográfica? 

Essa é uma pergunta interessante para mim e, ainda que me seja difícil de aceitar, o meu colégio interno realmente conformou tudo aquilo que tenho feito desde que de lá saí. Acima de tudo, marcou em mim uma profunda desconfiança e também um medo latente, quanto a autoridade e tradição. Ou seja, o poder irracional do status quo com a sua violência logo abaixo da superfície.

Valise Sessions

O Valise (para os fãs) é ali como o nosso amigo Tertuliano, o arquivista da Le Cool Lisboa. Vai tirar o pó aos discos - bem limpo isso, ò Filipe, para não escangalhar agulhas - e passar som no MUV. 

VALISE SESSIONS | MUV | 2 de Abril, das 23h às 2h

Le Artista da capa * 387, Neves Estrela

Apresenta-te e partilha como começaste a fazer fotografia. Ou a interessar-te pela temática do corpo - e, a mais, do corpo feminino.

O meu nome é Neves Estrela e nasci há 33 anos em S. Miguel (Açores). Os primeiros 18 anos vivi-os em Rabo de Peixe e depois nadei até Lisboa para tirar um curso, no qual me ensinaram a matar ratinhos com paracetamol. 

Não estudei fotografia por, na altura, ainda não saber que a amava. Mas ainda me lembro das minhas primeiras fotos, muito à Martin Parr e, de como ao vê-las impressas no Diário de Notícias (DN Jovem, que já não existe!), comecei a achar que, se calhar, até tinha jeito para a coisa. Não sabendo, contudo, que destino dar às fotos acumuladas, abri conta no FLICKR e assentei arraiais. Publiquei umas fotos mas, acima de tudo, perdi-me durante horas nas imagens dos outros. E, quase sem que me desse conta, comecei a desenvolver um estilo em tudo diferente do que até então tinha fotografado. Passei a fotografar-me a mim mesma (e a outros corpos femininos), na tentativa de exorcizar algo que, por dentro, me consumia aos bocados! Molduras de onirismo melancólico começaram a enfeitar-me os retratos, onde a solidão era uma constante que, por vezes, se fazia acompanhar da senhora tristeza. Até hoje.


Tens também um livro onde apresentas a série "I never knew my name". Porquê o título e foi intenção deliberada não mostrar o rosto de quem fotografas, pensas obter a expressividade pelos objectos, pelo uso da luz, pelo corpo em si?

"I never knew my name" é um livro que reúne algumas das minhas melhores fotos dos últimos três/quatro anos. O título reflecte, de alguma forma, a ausência de um rosto visível, presente na maioria das fotos. Esta ausência, não tendo sido, de início, esculpida de um modo consciente, passou a ser uma constante que empresta ao corpo todo o protagonismo da estória que a imagem conta. Cabe assim ao corpo encarnar a tristeza, a desilusão, a languidez... 

Há, por vezes, pequenos objectos que, juntamente com a luz (oh! sim, a luz!), concedem à composição final o tom que me interessa imprimir-lhe.
 
Parece-me que os objectos acessórios que vais colocando nas tuas fotografias, evocam algo da infância. Talvez uma infância perdida? Agrada-te comentar o que fotografas? 

Sim, há uma certa inocência e candura a envolver as fotos... Mas andam de mãos dadas com uma sensualidade ambígua, que não sabe bem o que quer! Há um evocar de algo que se perdeu... não na infância, mas num tempo em que qualquer coisa ainda parecia possível. Além disso, agrada-me mais fotografar a tristeza, o desalento, a mágoa, a dor, a aflição, a angústia e a incerteza porque é aqui que encontro beleza, encanto e paz. No corpo. 

Que referências é que tens?

Referências? Juergen Teller, David Hamilton, Corinne Day, Wolfgang Tillmans, William Egglestson, Annette Phersson, Elena Kholkina, Valerie Phillips, Flora Hanitijo, Cristina Regadas, Nigel Shafran, Ryan McGinley, Mariam Sitchinava... Podia continuar, mas penso que chega!
 
Lisboa é uma alma feminina que merece ser fotografada? Já pensaste em fotografar também ruas, avenidas, parques, como se fossem eles uma extensão de um corpo de cidade?

Fotografar Lisboa... Já o fiz, mas agora estou longe e, por isso, raramente o faço. Mas o que mais gosto de fotografar em Lisboa são as janelas (principalmente se derem para a cozinha) e os estendais. Porque aqui há a vulnerabilidade, a fragilidade e a banalidade que tanto me inspiram!  
Agora exposições ou projectos que tenhas alinhados. Que se pode esperar de Neves Estrela?

Tenho uma exposição esboçada para breve, aqui por baixo, em Lagos. Projectos? Fotografar. E mostrar. De mim... podem esperar mais fotos.

www.nevesestrela.blogspot.com

__ __

* Originalmente publicada a 2 de Abril de 2013, na Le Cool Lisboa * 387

FESTin

No âmbito da parceria de comunicação com o FESTin, que arranca a dia 3 de Abril, lançamos passatempos: 

- Essa maldita vontade de ser pássaro (dia 4)
- Bonitinha, mas Ordinária (dia 5)
- Outro Olhar (dia 6)
- Vidas Vazias e as Horas Mortas (dia 7)
- Cine Holliúdy (dia 7)
- Onde está a felicidade? (dia 8)
- Angola, terra de passado e futuro (dia 9)
- Bróder (dia 10)

Está atenta/o a este festim!