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Le Entrevista a Fernando Caruso por Rafu

Fernando Caruso é uma estrela no Brasil. Melhor, é toda uma constelação. Este comediante volta para cintilar em Portugal no Espaço Brasil, nos dias 6 a 9 de dezembro, acompanhando pelos stand up António Raminhos, Luís Barros Franco e Ricardo Vilão. Fizemo-lo descer um pouco do firmamento do palco para responder a uma bátega de perguntas. Cá vai. Sem risos falsos.

Quem é Fernando Caruso e o que o levou a seguir pela carreira humorística, foi importante a influência paterna e a do tio (já que é filho e sobrinho dos Caruso, cartoonistas reconhecidos do Brasil)?

Fernando Caruso sou eu, muito prazer. A influência paterna pode ter sido genética, porém nunca consciente. Acabei seguindo meus próprios caminhos e me encontrei na comédia. No jornal onde meu pai trabalha (O Globo), sou conhecido como "o filho do Caruso". Nas peças em que eu atuo, com um público diferente, mais jovem, ele é conhecido como "o pai do Caruso".

Le Editorial * 369 por Fernando Mondego

Sósias

Depois de ter dado de caras com a Gina Gershon do Campo Grande, repetia-se na minha cabeça a frase de uma amiga quando lhe repetiam que era a cara chapada, sem tirar nem pôr, da Helena Bonham Carter. Nem por sombras, repito-lhe. Quem o disse é pitosga ou trocou as páginas do IMDB. Mas a Gershon lisboeta fez prurido, deu que pensar. Haverá um gajo com a minha fronha a assaltar velhinhas pela Ericeira? «Olha o Fernando, deu em ladrão!» Ou talvez com contas offshore no Luxemburgo? Conseguirei levantar uma milena que seja, mascarado? Isto tarambola-me no pensamento enquanto entro numa pastelaria da Graça e dou de caras com o Jude Law lusitano! «É um abatanado, please.» / Fernando Mondego

O Miguel , a Fauna Maria e o  Rafa.El  também desconfiam que andem por aí cópias suas. Doppelgänger!

Le Entrevista a Adeline Michèle (Escort) por João Freire

Em princípios de 2000 Dan Balis e Eugene Cho conheceram-se e iniciaram uma longa viagem musical. Após uma breve conversa telefónica de 15 minutos com Adeline Michèle, francesa de nascimento e vocalista da banda, fiquei a conhecer um pouco mais do que move esta (grande) banda.

Como é que a banda começou?

O Dan e o Eugene conheceram-se na faculdade. Queriam fazer música disco, da maneira antiga. Primeiro em sets de DJ, depois mais a sério começaram a compor.


A banda é grande. Chegam a ser 18 em palco. Qual a razão para uma banda tão multi-instrumentista?

Quando eles começaram a gravar sabiam a sonoridade que queriam. E acima de tudo queriam usar o som de instrumentos reais nas gravações, não apenas usar samples. E queriam que os concertos tivessem o mesmo som que as gravações, daí terem optado por usar também instrumentos reais nos concertos em vez de os "samplarem".

Le Artista da Capa * 369

Após 12 anos de trabalho em web design, print, ilustração e motion graphics para agências de Lisboa, decidi tornar-me freelance e paralelamente iniciar um percurso mais artístico. Estou agora a começar, por isso toda a ajuda e contactos para expor são bem vindos.

Lisboa para mim é a cidade onde nasci na MAC (maternidade Alfredo da Costa) e é também uma cidade perdida algures entre o passado e o futuro sempre em reconstrução. É uma 5ª dimensão habitada e visitada por todo o tipo de seres incríveis. Adoro viajar mas tenho sempre de voltar aqui, passear pela calçada e imaginar argumentos para os filmes de cada personagem que encontro.

Encontra-me pelo Pinterest, pelo Behance e contacta-me por aqui.

Le Capa * 369


Por Nuno Cintrão