Mostrar mensagens com a etiqueta 378. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 378. Mostrar todas as mensagens

Hamburgueria da Parada

Se antigamente os quiosques se destinavam à venda de jornais, revistas, tabaco, flores ou podiam funcionar como bilheteira, posto de informação ou sanitários públicos, o Quiosque de Campo de Ourique veio provar que também servem para muitas outras coisas. Naquele que se designa como Hamburgueria da Parada, localizado no Jardim Teófilo Braga, é possível comer deliciosos hamburgueres artesanais, batatas fritas, petiscos ou outras refeições ligeiras, sempre acompanhadas de uma grande diversidade de bebidas alcoólicas ou sem álcool à mistura.

E tudo isto acompanhado por um parque infantil e uma vista de jardim para um dos mais calmos bairros de Lisboa com inúmeros pontos de interesse, mesmo ali ao lado. / Ana Azevedo

Le Editorial * 378 por Ana Ema


Lisboa tem saldos o ano inteiro. Chama-se Feira da Ladra. O resto do ano é ver as gentes a desbravar montanhas de roupa deixadas ao dará em lojas com sufixos como outlet ou com dísticos em mil e uma variações de "Saldos". Ou "rebaixas", como um alguém escreveu, num refinado portunhol. Rebaixas é, ao certo, a época de promoções na luta de trincheiras pela registadora. É um rebaixamento ao desbarato, ali, contado à peça e ao euro. São peças de roupa, senhores, não um sabor limitado do Santini. Mas o que é verdade, confessa esta ana, é que me encho de trapinhos novos a cada saldo. Salto e entro nele que nem o Livingstone em África: em frenético safari. / Ana Ema

O Miguel e o Rafa.El gostam de ir à vez à Feira da Ladra: só naquela de serem os primeiros a encontrar aquela pechincha. Ou então esplanar para o Clara Clara, que tem uma ótima vista de pássaro sobre os vendilhões.

Le Artista da Capa * 378, Luís Ferreira

Para uma perspetiva diferente do que nos rodeia, é necessário estarmos atentos ao detalhe. Deixemo-nos levar pelo encanto de um pormenor…  

Quando nos prendemos ao detalhe tudo parece ser mais fácil.

O galão aconselha que este ano prestemos atenção e demos valor ao que temos próximo, talvez porque tenha aprendido com as coisas que foi vivendo.

Tenham uma visão diferente e cuidem de um detalhe, daquele detalhe que vos capta o olhar, daquele pequeno pormenor que vos preenche o dia. Se cada um se preocupar com um detalhe, no final, estaremos todos a cuidar de um todo.

Le Capa * 378


Por Luís Ferreira

Le Entrevista a Almost a Song (Joana Sá e Luís José Martins) por Pedro Tavares

Quando se fala de música eletrónica em Portugal, Joana Sá é um nome incontornável. Falem-nos um pouco do vosso interesse nesta relação da música com a tecnologia, na comunicação que a eletrónica tem com o nosso quotidiano e com o papel que desempenha no vosso trabalho.

Joana Sá (JS): Na realidade, esta pergunta é para mim muito surpreendente. Associar o meu nome à música eletrónica como sendo um nome incontornável… estou surpreendida com esse fator. Na realidade, a música eletrónica surgiu na minha música enquanto laboratório experimental do Powertrio, que é o nosso trio com o Eduardo Raon, e que é quase como se fosse a nossa escola.