Nesta 3ª edição a Mostra de Cinema da América Latina surge com uma imagem diferente, qual o motivo?
Surge por uma vontade de mudança, de renovação. Na 1ª edição tivemos
uma imagem, na 2ª outra e com esta é que pretendemos marcar a identidade
desta mostra. Nós procuramos associar as características da América
Latina que são transversais aos vários países, que remetem por um lado à
natureza mas também a raízes no sentido das várias heranças culturais e
também a qualquer coisa mais fresca, mais solar, mais esperançosa. Há
muito ainda a aprender com esta região do mundo que tem passado por
tantas coisas e esta mostra tem em si um sentido de esperança.
Mudar de caminho, numa altura em que os países europeus passam por uma grave crise financeira mas também de valores.
