Mostrar mensagens com a etiqueta Nian Canard. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nian Canard. Mostrar todas as mensagens

Le Artista da Capa * 337, Nian Canard

Depois de um período a especializar-se em fotografia de moda em Nova Iorque, Nian Canard experienciou, o que foi um ponto decisivo para o seu trabalho se definir como artista. Mais do que uma fotografia o seu trabalho é uma experiência, um disparo. De volta a Portugal onde reside e continua a desenvolver o seu estilo, por entre reflexos, arquitetura urbana e vida frenética de uma cidade, Nian Canard mantém a sua fotografia tão misteriosa como o seu próprio nome artístico.

Arquitectura da Natureza (Edição Lisboa)

Esta série de trabalhos de Nian Canard podia ter como cenário Nova Iorque ou Tóquio, mas é a nossa bela Lisboa.

Tão frenética  e barulhenta como tantas outras cidades, no entanto, neste caso, a Natureza sobressai mais que o betão das estradas ou o azulejo das paredes. Lisboa também é feita de cimento e tijolos, trânsito barulhento e peões apressados em hora de ponta, neste caso estamos a ver tudo isso e muito mais mas de outra forma.

Le Capa * 337


Por Nian Canard

Le Artista da Capa * 336, Nian Canard

Nian Canard nasce do reflexo de um acrílico espalhado pelo meio da multidão. Feito de camadas fotográficas inspirou-se na vida frenética de Nova York para desenvolver o seu olhar pela cidade. Especializou-se em fotografia de moda no ICP em NY e voltou para Portugal, onde agora se encontra.

/////////////////

Numa cidade onde a natureza emerge do betão e os tijolos empilhados são o
 nosso habitat; esta fusão, resultado de uma urbanização, faz parte das nossasmemórias do quotidiano?

Por muito que um mesmo caminho seja feito vezessem conta, a memória pouco retém da calçada que pisamos, o riacho queatravessamos e que certo arranha-céus ocupou o lugar de várias árvorescentenárias, transformando-se em objetos que servem para servir o Homem,
 como por exemplo um relógio de cuco, exposto num museu; desta forma serácontemplado, sem vida.

Le Capa * 336


Por Nian Canard