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Aqueduto das Águas Livres

O Aqueduto das Águas Livres, essa imensa construção hidráulica que viu a luz e a água do dia no reinado de D. João V, reabriu no primeiro dia de Março deste ano de 2013. Obra de mestres como Ludovice, Manuel da Maia, Carlos Mardel e Custódio Vieira, é uma tão complexa rede de obras públicas, que não me entra na cabeça de como nunca a nomearam para Património Mundial da UNESCO! , dediquem-se a isso, é merecida a menção. No entretanto, reataram-se as visitas aos passadiços de 941 metros de distância e 65 metros de altura sobre o Vale de Alcântara, que serviram de cenário aos crimes de Diogo Alves e por onde passaram quilolitros de líquido que alimentou Lisboa de água potável durante séculos.  / Ana Ema

onde
Aqueduto das Águas Livres, Acesso pela Calçada da Quintinha em Campolide

quando
3ª-sáb entre as 10h e as 17h30

quanto
2€ 

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* Originalmente publicada a 28 de Março de 2013, na Le Cool Lisboa  385

Le Artista da Capa * 385, Ricardo Filho de Josefina

acender o que nunca foi deixado ao vento fora e eu aqui dentro a
morrer de frio.


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* Originalmente publicado a 28 de Março de 2013, na Le Cool Lisboa * 385

Le Capa * 385

por Ricardo Filho de Josefina

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* Originalmente publicado a 28 de Março de 2013, na Le Cool Lisboa * 385

Le Editorial * 385 por La Cucarafa

O TESOURO LUSO

Sempre de sobre o ombro de gigantes, dizia o Newton. E se Lisboa foi criada da orelha ou da costela direita de Ulisses, esse viajante de sonhos e contos, está ela também muito bem colocada nos ombros de gigantes. São eles sete (ou oito, segundo outras contas) e chamam-se de colinas, cotos de cidade com miradouros no alto, casas nas encostas e muita gente encavalitada a descer e a subi-las ao dia. A ver o eléctrico passar, pejados de turistas e de penduras. agora, que tal um eléctrico sound system? A debitar música, calçada acima, trilho abaixo, Alfama adentro? / La Cucarafa

O Miguel e o Rafa.El andam em demanda dos melhores Chocos à Lagareiro de Lisboa - alguma sugestão gastronómica? Somos parceiros de comunicação da Festa do Cinema Italiano, do FESTin, do Alfama-te, do Café Improv e da Madame. E gostávamos de ser do Museu de Cera (o Tussauds, não o outro).

Le Entrevista a Cláudio Braga (Le Cool Team) por Rafa

Fala-me de ti como se entre nós estivesse uma mesa de café. Passa-me um cigarro, no entretanto.

Então, anda daí e senta-te. Que se é para ser à mesa do café, faço questão que seja a sério. Enquanto bebemos um café, conto-te tudo. Sem açúcar, se bem me lembro... Cigarros é que não tenho, não se usa disso por aqui. Hurray...! Pois que sou uma importação minhota. Uma das muitas, não grande originalidade , que aterrou em Lisboa para frequentar o ensino superior e nunca mais se foi embora. Nine, ouviste falar? É uma aldeia que herdou o nome dos engenheiros britânicos que ajudaram a construir a linha férrea até Braga. Não ferroviário ou viajante regular para aquelas bandas que não a conheça.

E o teu nome? Parece saído dum romance de Le Carré se este fosse alfacinha. Ou é nom de plume para quando escreves?

Nada disso. É tal e qual o que está no registo… pessoas que têm pais iluminados na hora de escolher o nome. O apelido é culpa do pai, não grande mestria ou inspiração literária. o nome próprio, temo que também seja. Lamentavelmente, cheira-me a inspiração vinda de telenovela brasileira, mas não tenho a certeza. Espera ... Ò mãe…? Mãe…? Responde aqui aos senhores...