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PASSATEMPO Doclisboa 4 - Berlin Alexanderplatz (partes VI e VII)

Rainer Werner Fassbinder assina esta série que é apresentada em segmentos no Doclisboa. Para um de dois bilhetes duplos para assistires a Berlin Alexanderplatz (partes VI e VII), responde para aqui a

- Qual o único filme de ficção científica feito por Rainer Werner Fassbinder?

BERLIN ALEXANDERPLATZ (PARTES VI E VII) | City Alvalade - Sala 1 | 31 Out às 11h

- PASSATEMPO CONCLUÍDO - 

Le Editorial * 410, por Fernando Mondego

TÓXISTAS

É toda uma ciência o conversar com um taxista (ou com uma taxista, que o género ficou preso entre a caixa de velocidades ou no rosário dependurado). Uma aventura a dois, condutor@ e conduzido, pelas bossas e pelas gretas da cidade, àquela velocidade a que nem os santos querem ajudar. Rádio Amália, taxímetros, (de)bandeiradas e coisas que tal, estampadas a cor creme-caro ou preto-alface, com menos gelo a quebrar do que num elevador. E mais estofos também. Conversas favoritas: governos e taxas, os trânsitos, equipas da predilecção e outros condutores, esses bananas, badanas. Lancem o tópico «ciclistas» ou «Costa» a ver o que pega. E a cor creme do táxi a ver se cola. um Tejo de sabedoria-de-volante ali à espera de recolha. / Fernando Mondego

Miguel e o Rafa.El usam o táxi quando lhe na telha. Ou quase nunca (é mais bina).
Somos parceiros de comunicação do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa, da Madame e do Córtex 4. A Le Cool Lisboa não se arruma pelo AO90.

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* Originalmente publicado a 10 de Outubro de 2013, na Le Cool Lisboa * 410

Le Capa * 410

por Tiago Galo
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* Originalmente publicado a 10 de Outubro de 2013, na Le Cool Lisboa * 410

Le Editorial * 409, por Fernando Mondego

AVENIDA DA FUTILIDADE

a da Liberdade e a da Futilidade em Avenidas. De futilidades digo que é um tramado exercício em vão o tentar escapar às gotas da chuva. Não que seja ácida e me desnude o couro cabeludo ou que eu seja feito de açúcar e me desfaça à primeira bátega. É chata e tal. para chapinhar, dar uma de aquaplanagem, encostar uns beijos molhados e sarapintar pela Lisboa de chapéu ao léu. E ser patinador artístico em charco de calçada (ou ter o primeiro malho do Outono e aguardar que os mirones se ocupem com outros assuntos). Mas, enfim, Lisboa com água a pingar do céu é melhor por detrás da vidraça ou debaixo da manta. E os turistas que se entupam mutuamente pelos passeios. / Fernando Mondego

Miguel e o Rafa.El não têm chapéu de chuva - mas se existisse um dos Rainy Days Factory, who knows?

Somos parceiros de comunicação do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa, da Madame e de Até Amanhã! em cena no Teatro da Trindade. A Le Cool Lisboa não se rege pelo AO90.

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* Originalmente publicado a 3 de Outubro de 2013, na Le Cool Lisboa * 409

Le Editorial * 408, por Fernando Mondego

MONSTROS DE LISBOA

Ali ao lado apontam-se alguns animais que semeiam Lisboa de vida, desejada ou não. O capista chama-lhes monstros, mas não é por mal, é por carinho. Mas também, assim, me o mote para deslizar umas perguntas. Não se arranja por um mito de monstro no Metro, como no Mimic? E não temos uma história do Castelo, como um Vlad Tepes? Ou alguma gárgula em desfaçatez, como um corcunda na ? Um Yeti das arcas do Mercado da Ribeira, um Gojira do Tejo ou um Sasquatch em Monsanto? , nem que seja um gambozino em Alfama! / Fernando Mondego

Miguel e o Rafa.El recusam comentar erecções. Perdão, eleições.

Somos parceiros de comunicação do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa, da Madame, do QUEER LISBOA 17, de Até Amanhã! em cena no Teatro da Trindade e da LISBON WEEK. A Le Cool Lisboa não se rege pelo AO90.

Le Capa * 408

por Rafael Vieira

Le Editorial * 407, por Fernando Mondego

PROFESSOR LECULA

Não sofras mais por desamor. Este grande conselheiro tem anos de experiência no dito e no beijo; é conhecido e recebe postais natalícios de grandes personalidades do mundo e de além-mar da música e dos subúrbios da canção; astrólogo experimentado nas cartas astrais da Maria e nas fases aluadas do Borda d'Água. Aconselha rapidamente sobre todos os problemas, mesmo perante o desespero daqueles tramados como «qual o melhor sabor no Santiniou «será que isto me vai bem com as algemasConsulta à distância de um clique e também por correspondência pelo e-mail. Honesto, sério, eficiente, rápido e limpinho. Trata à confiança de amarrações, multas da EMEL, afastamentos e ainda faz uma Punheta de Bacalhau dali. Curandeiro (excepto calosidades e calotes). Resultados 101% visíveis em sete dias ao dedo. / Fernando Mondego

Miguel e o Rafa.El vão recorrendo a adivinhações. Pelo menos para o Totobola.

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Le Artista da Capa * 407

Sempre desenhei mãos. Comecei é por pôr os pés pelas mãos ao desenhá-las. 
Depois fui aprimorando a coisa.

Tenho um almanaque com mil e uma desenhadas. Em formas e posições para todos os gostos, como se fosse a milena e tal de receitas diferentes do fiel amigo. Sherazade ficaria orgulhosa e até daria à estampa uma por noite, para apimentar as contas.

Afixei uma data delas em folhas alinhadas junto ao Conservatório de Lisboa

Desapareceram num ápice, levadas por outras mãos em pinça de quero-te sem que as pudesse desenhar.

São quase sempre minhas, mas nem sempre. Umas parentes, outras amigas, uma ou outra imaginada, aquela em detesto.

Reparei que os povos se identificam e valorizam (e se valorizam) muito pelo que lhes sai das mãos. Não pela mão em isso, essa é a ferramenta necessária, mas pelo produto do seu trabalho. E toque e jeito e minúcia (o olho e o tacto também entram no jogo).

Filigranas, artesanatos, olarias, relojoeiros, artífices, artistas, joalheiros, bilros, tecedores, sapateiros, gravadores. Enfins, afins e infinitos sabeses. E desenhos de mãos. Claro.

Le Editorial * 404 por Le Cool



LIVRO DE PONTA

Regressamos dali do lado (uns quantos e quantas de baixo, este e aquela de cima e aqueloutro, o bandalho, de além-mares), ligeiramente mais tatuados de sol do que à partida. A cor bronzeada liga bem com o azul do céu e com gelado de pistacchio a deslizar em cascata pela queixada. Lisboa devia ser apenas uma praça, nada mais, uma praça. Com mantos de areia sobre o Tejo, espreguiçadeiras em vez de colinas e um penacho de verde e coqueiros aqui e ali. que concordar, não é?

Miguel e o Rafa.El acham tudo muito bem.

Somos parceiros de comunicação do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa, da Madame e das Amêijoas à Bulhão Pato de Odeceixe. A Le Cool Lisboa não se rege pelo AO90.

Le Entrevista a Miguel Boucinha, Director da Le Cool Lisboa, por Fernando Mondego

Diz-me um pouco sobre ti.

Não é fácil ser juiz em causa própria. Contudo, dir-te-ei que sou um ser irrequieto, lutador pelas coisas em que acredito, amigo do meu amigo e geralmente bem disposto. Há quem diga que tenho um pouco de mau feitio, mas nada disso... São eles que não me entendem.

Le Editorial * 399 por Virul Vitruviano

SCHTROUMPFS

ou Estrumpfes (com os devidos artigos). Ou, para ti que és mais novinh@, os Smurfs. Em Portugal sempre se disse «Os Estrumpfes» e, para mim continuarão a sê-lo, mesmo que idioticamente alterado o nome pelos detentores do título. É uma coisa revisionista, esta de alterar os nomes a bel-prazer; é ser talhante de nomes. Não é, diz-me tu, o mesmo que se passa com a nossa línguapicotando palavras e étimos? Alterar coisas, palavras, títulos, assim, sem razão maior, é feio. É roubar da bolsa da velhinha linguagem. Para não me chateia nada os exónimos de Lisboa, até gosto desta alteração, fico com baba e tudo: Lissabon, Lisbon, Lisbonne, Lisbona... ou em Havaiano: Likepona, ou Esperanto: Lisbono. / Virul Vitruviano

O Miguel e o Rafa.El andam às voltas com o Instagram e acham que a coisa até tem piada.
Somos parceiros de comunicação do LandArt Cascais 2013, do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa e da Madame. Agora dava-me jeito uma parceria com um bom/boa massagista!

A Le Cool Lisboa abdicou do Acordo Ortográfico. pp p -- - c c c- p (Estas foram recuperadas do balde de sobras). Gostas ou adoras? O Graça Moura diz que sim.

CICLO PARIS NO CINEMA

Paris no cinema é luz, bicicletas com cestos em flor, baguettes. Miúdas com pernas longas e franja, croissants, charme em estado puro. Paris no cinema é a Françoise Hardy no corpo e alma de Isabel Huppert, mexilhões e um copo de vinho do vale do Loire. Paris no cinema são bocas perfeitinhas e inocentes, mais perfeitinhas que inocentes, macarrons e a voz de Jean-Paul Belmondo. Cafés em que apetece viver e a língua mais freudiana do mundo. Paris no cinema é o Claude de há quatro verões, que acabou tudo com uma frase lacónica e a quem pedi que repetisse. Três vezes. Hoje entardeço em Paris, dentro e fora da película.

Onde: Instituto Franco-Português | Avenida Luís Bívar, nº 91
Quando: Às 19h
Quanto: Entrada livre

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* Originalmente publicado a ??, na Le Cool Lisboa * 000