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PASSATEMPO Doclisboa 3 - The Pervert's Guide to Ideology

Seria demasiado fácil perguntar-te quem é o senhor ao centro da ilustração, mas já te arranjo outra questão.


Para um de dois bilhetes duplos e para aqui, diz-me pelo menos cinco filmes comentados por Slavoj Žižek neste «The Pervert's Guide to Ideology».


THE PERVERT'S GUIDE TO IDEOLOGY | Voz do Operário | 30 Out às 22h

- PASSATEMPO FECHADO - 

PASSATEMPO LISBON WEEK - Percurso de Arte 1

A Lisbon Week segue com percursos e visitas feitos à tua medida e ao gosto do teu interesse por Lisboa. Um de intensa curiosidade, portanto. O percurso de Arte é um deles, focando-se em locais que se relacionam com a arquitectura, a arte e a cultura lisboetas. É um momento para dizer: colecciona estas memórias!

Para um de dois bilhetes duplos, responde para este e-mail:

1. Que pontos da cidade toca esta visita?
2. Quem serviu de curador aos percursos?

Junta o teu nome e identificação à resposta.

PERCURSO DE ARTE 1 | Lisbon Week | 26 de Setembro às 9h30 | Saída Parque Eduardo VII - Marquês de Pombal, percurso feito no autocarro Lisbon Week/CGD. 

- PASSATEMPO FECHADO -

PASSATEMPO LISBON WEEK - João Barradas + Jonas Runa

A programação musical da Lisbon Week continua a 26 de Setembro, com a fusão musical de Jonas Runa e João Barradas, no recém-nascido (e todo teu) Teatro Thalia.


Para um de quatro bilhetes duplos, responde para este e-mail:

1. Que instrumentos tocam cada um dos músicos?
2. De que arquitectos foi a recuperação do Teatro Thalia?

Junta o teu nome e identificação à resposta.

JOÃO BARRADAS + JONAS RUNA | Lisbon Week | 26 de Setembro às 22h | Teatro Thalia


- PASSATEMPO ENCERRADO -

Le Entrevista a João Barradas por Rafa

João Barradas encontra-se com Jonas Runa no Lisbon Week, num concerto que será memorável em toda a adjectivação possível, no Teatro Thalia, a 26 de Setembro.
Tocam no Teatro Thalia, um espaço cultural devolvido a Lisboa, no contexto do Lisbon Week e a convite do programador musical deste evento, Carlos Martins. Como encararam este convite e a hipótese de se apresentarem num espaço que não recebia música há dezenas de anos?
Vai ser uma experiência a recordar! O convite do Carlos Martins muito me honra e a ideia é bastante interessante logo a priori. Um acordeonista improvisando e respondendo à electrónica usada de uma forma inteligente por parte do Jonas Runa jogando com a espacialização e modificação do timbre do instrumento. Vamos passar por gestos bem agressivos até «paisagens» de contemplação (apenas!). 

PASSATEMPO Queer Lisboa 2 - I Am Divine

QUEER LISBOA, no seu 17º episódio, voltou! Dito e feito, não te queremos alhear de assistir a uns quantos bons filmes.

Ganha um de dois bilhetes duplos para esta divina sessão, ao responder para este e-mail :

1. Quem é Divine?
2. Que outra personalidade, também exuberante, se bem que não drag, te evoca (me evoca) Divine? Pistas: foi pintado por Lucian Freud e criou a banda Minty, quem é?

Junta o teu nome e identificação à resposta.

I AM DIVINE | Cinema São Jorge | 24 de Setembro, terça-feira | Às 17h 

- PASSATEMPO FECHADO - 

PASSATEMPO Queer Lisboa 1 - O Carnaval é um Palco, a Ilha uma Festa


QUEER LISBOA, o decano dos festivais de cinema lisboetas, que segue na sua 17ª evolução, voltou! Como não queremos que lhe passes ao lado, eis um filme a assistir (e o Festival, a eito e jeito).

Ganha um de dois bilhetes duplos para esta sessão, ao responder para este e-mail


1. Qual é a ilha do título?
2. Qual o nome de vila que encontras no nome do seu realizador?


Junta o teu nome e identificação à resposta.

O CARNAVAL É UM PALCO, A ILHA UMA FESTA | Cinema São Jorge | 21 de Setembro, sábado | Às 19h15 


- PASSATEMPO ENCERRADO -

Le Capa * 407

por Rafael Vieira

Pelourinho de Lisboa

Os pelourinhos (essa coisa com tanto de menir como de totem, objecto fálico do poder judicial do passado), apreciados historicamente, evocam um passado pouco simpático. Um nada sorridente mesmo, sobretudo do ponto de vista dos prisioneiros que eram agrilhoados a ferragens para deleite dos restantes. O pelourinho de Lisboa, o da Praça do Município, perdeu essas ferragens exibicionistas em 1883, passando de mostrengo a monumento. Destruído o anterior, manuelino, durante o terramoto de 1755, o que se agora é de construção oitocentista. Agulha central da Praça, à falta de um qualquer obelisco como na Praça de São Paulo, ali perto, exibe-se agora como pelo facial lisboeta, apontado ao firmamento. / Fauna Maria (Foto de Dias dos Reis, aqui)

Eléctrico 15



Restam em Lisboa o 12, o 15, o 18, o 25 e o 28. Ditos assim, artigo e número, percebendo-se logo que falamos de eléctricos. Uma combinação de totoloto a saltitar de 5 em 5 e de 8 a 8 e com uma data de 1 e 2. Qualquer seguidor de numerologia encontraria aqui algo que comentar. Comenta-se também, rotineiramente, em eliminar um ou outro eléctrico, em repuxar esta ou aquela linha a reavivar uma Lisboa mais eléctrica e menos poluente. O 15, o eléctrico 15, cospomolita e ribeirinho, será sempre uma das últimas cartas do baralho a descartar, assim como o 28, o que fica sempre bem nos postais. Num percurso que toma mais de meia hora, Belém e Algés são servidos de bandeja a quem, de nova ou velha composição, nele embarcar desde a Praça da Figueira. / Rafa (Ilustração por M. Ramos)

Le Editorial * 404 por Le Cool



LIVRO DE PONTA

Regressamos dali do lado (uns quantos e quantas de baixo, este e aquela de cima e aqueloutro, o bandalho, de além-mares), ligeiramente mais tatuados de sol do que à partida. A cor bronzeada liga bem com o azul do céu e com gelado de pistacchio a deslizar em cascata pela queixada. Lisboa devia ser apenas uma praça, nada mais, uma praça. Com mantos de areia sobre o Tejo, espreguiçadeiras em vez de colinas e um penacho de verde e coqueiros aqui e ali. que concordar, não é?

Miguel e o Rafa.El acham tudo muito bem.

Somos parceiros de comunicação do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa, da Madame e das Amêijoas à Bulhão Pato de Odeceixe. A Le Cool Lisboa não se rege pelo AO90.

Le Entrevista a Dito Von Tease por La Cucarafa [ENG]

Who is, in fact, Il Dito?

“Behind the finger” there is an art director, illustrator and graphic
designer.

I’m from central Italy. Actually I live and work in Bologna, a beautiful city
known as “the red, the fat and the acknowledged” so famous for being red-
painted and political-left-positioned, for good food and for arts and culture.

I think that growing up nestling in beauty of arts, eating good food and
Italian friendly sociality have created the right atmosphere to help developing
my creativity.
Although sometimes I have the temptation to turn me from an index into a middle-finger and to flee abroad.

Le Editorial * 403, por Le Cool

O SOL...

... quando nasce é para todos. E para a Le Cool Lisboa também. Nós vamos a banhos e voltaremos em Setembro, com as pilhas recarregadas para melhorar o apontamento cultural a Lisboa. Vamos à vida, fazemo-nos ao mar, ao frete da areia entre os dedos dos pés e à bola de gelado a escorregar queixo abaixo, a malandra. Ao campo, sem cidade e com serras, daqui a nada nos vemos, agora mesmo nos vamos. Estica-te aí na lona e deixa-me passar-te a loção solar pelo lombo. Depois trocamos que é devido. E, enquanto suspiras e coças o olho, estaremos de volta aqui. Beijos e abraços e todos os Le Coolios!
 
Miguel e o Rafa.El acham tudo muito bem.
 
Somos parceiros de comunicação do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa, da Madame e do Verão. A Le Cool Lisboa não se rege pelo AO90.

Le Capa * 402

por Rita Mota

Le Editorial * 402 por Mariana Tendão

A AREIA ENROLA NO MAR 

e diz-me: mergulha. Hoje é um dia especial para moi. Não por ter nascido mais um rebento real na Velha Albion (a dificultar a vida aos genealogistas e a fazer rebentar sorrisos nos paparazzo), não porque Mandela continua a driblar constantes notícias de soçobramentos (o grande senhor, o pai África, continua invictus!) e nem porque a Coreia do Norte tenha abichado os seus ameaços de guerra de cuspo atómica. É porque vou agora mesmo arrancar para as areias da praia. Não me rogues pragas, não me odeies, partilha comigo a visão do Oceano e os tocos dos pés enrolados na areia. Hmmmm. Tudo isto à distância de um clique de Lisboa. E sem noris ou plâncton a chagar. / Mariana Tendão
Miguel e o Rafa.El patrocinam a ida com mines. Muitas.

Somos parceiros de comunicação do Alfama-te, do Pecha Kucha Night Lisboa e da Madame. Eu desejava como parceiro o Scarface.

A Le Cool Lisboa não se rege pelo AO90.

FILMES COM LISBOA DENTRO (1980/1984)

[1] A Cidade Branca, «Dans la Ville Blanche» de Alain Tanner, de 1983, que arrebatou um César no ano seguinte. O som da cidade e de Jean-Luc Barbier [http://bit.ly/1bPi3yH], momentos antes de Paul se fazer à pendura do 28 para a Graça.

FILMES COM LISBOA DENTRO (1940-1944)

[1] Casablanca, de Michael Curtis, 1942. LÁ VÃO ► a Ilsa e o Victor de avião para Lisboa, de ‪‎Casablanca‬ (cidade que até foi portuguesa, com o nome de Casa Branca, com a devida corruptela da história via espanhóis e franceses). O Sam continuava a dedilhar, Rick e Renault ficam para trás, olhando a descolagem. Ainda que Lisboa seja apenas referência de passagem e a pista de aeroporto seja uma da Califórnia e não marrroquina, merece inclusão pelo momento histórico e simbólico.

eu fui à ‪‎FEIRA da LADRA‬ hoje

eu fui à ‪‎FEIRA_da_LADRA‬ hoje 1 ► Bem é que uma andorinha só, não faz Verão. E por isso atestei-me de duas, recortadas a bisturi e suor e polidas a grosa de um vinyl pelo Sr. Francisco. O disco? Um dos Ministars, de 82.

eu fui à ‪‎FEIRA_da_LADRA‬ hoje 2 ► não é um astrolábio, nem me vai guiar por essas noites (Diogo) cão. Mas dá para me orientar um pouco no emaranhado de constelações que os antigos traçaram nos céus. Ursa Maior?

eu fui à ‪‎FEIRA_da_LADRA‬ hoje, 3 ► Uma família qualquer que pode muito bem ser a minha. Ou a tua, ou a de outr@ alguém qualquer. É um parentesco ao calhas, sorridente a pé e em altura. Verão (?), sombreados e estampados em Monsanto (?), em piquenique temperado a jogos, quem sabe? Preenche a história da família _____ a teu gosto. __ de ___ de 19__ No verso apontado apenas «prova» e fiquei na mesma. 

eu fui à ‪FEIRA_da_LADRA‬ hoje, 4 ► uns restos de LEGO pelo chão, recolhidos, assemblados, unidos, num gesto de transformer em passa-tempo. E, adivinha, sem gastar tusto, pois eram umas míseras peças no caminho.

eu fui à ‪FEIRA_da_LADRA‬ hoje, 5 ► e encontrei uns assim, embalados e tudo. Faz-te recordar algo, sem bandas no nome? 

eu fui à FEIRA_DA_LADRA hoje, 6 ► e, na peregrinação entre mantas, chãos e bancas dispostos ao dará pelo Campo de Santa Clara, encontrei um caderno de trabalhos manuais. Sabes, daqueles com folhas de lustro coloridas. Um clássico. Entre dobras e cortes, vales e montanhas, eis para o que me deu. Lisbogami. 

eu fui à FEIRA_DA_LADRA hoje, 7 ► se vais de quando-à-vez à Feira, se lhe visitas as montras espalhadas pelo chão e toalhas uma vez ao sei lá ou mesmo se nunca rumaste ao Campo de Santa Clara, não saberás. Mas mesmo plantas, verdes e flores se vendem naquela Feira franca. Francamente.

eu fui à FEIRA_DA_LADRA hoje, 8 ► Voltar da Feira de mãos a abanar equivale ir a Berlim e não trazer um naco do muro ou ir a Roma e não botar a pestana em cima do Francisco. Se bem que, de Berlim, um coto duma obra possa carregar o mesmo significado. E, de Roma, acredito mais que a expressão se refira à comida, porque a papa do Lazio é maravilhosa (o Gnocchi, hmm). Ora, já ir à Feira e não trazer nada é que é grave, nem que seja um toco de azulejo e uma velha Gorila. Que até se «mastiga» num boneco. 

eu fui à FEIRA_DA_LADRA hoje, 9 ► Continuo na minha recolha de sobras pelo chão da Feira. E depois dá nisto, um toque de Poska, um retoque de corrector e os estarolas (uns quaisquer) fazem-se gente.